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Sporting-Tavira liderou durante metade da corrida e mantêm a luta pela amarela

A terceira etapa implicava saber gerir a montanha inicial para uma chegada confortável a Bragança. Desde Figueira de Castelo de Rodrigo, o Sporting-Tavira foi chamado ao trabalho para anular uma fuga precoce de 16 ciclistas, que tinha entre eles Rui Vinhas, ciclista da W52-FC Porto vencedor da Volta 2016, e Domingos Gonçalves da RP Boavista, terceiro na geral, a 15 segundos de Alarcón.

Foram mais de 80 quilómetros e Vidal Fitas realçou o desempenho colectivo: “Demos uma boa resposta perante um grupo enorme. Conseguimos controlar e reduzir o espaço. Enfrentámos um grupo que não era nada favorável e que nos poderia complicar as contas para a geral. É necessário trabalhar. Quando lutas para uma Volta a Portugal é normal que existam situações destas”.

Tanto em Foz Côa como em Moncorvo, as inclinações de terceira categoria, Valter Pereira, Mario Gonzalez e Luís Fernandes puxavam Marque, Nocentini e Frederico Figueiredo subida acima, não permitindo que a distância ultrapassasse o minuto e meio. Na descida era Fábio Silvestre a assumir as despesas de perseguição. No fim da segunda categoria, após 9.000 metros de ascensão, Rui Vinhas via frustrada uma tentativa que em 2016 lhe valeu o triunfo da amarela.

Nova fuga se sucedeu, mas aí os comboios dos sprinters colocaram mãos à obra. Depois de rotundas apertadas e muitas inclinações, tanto a subir como a descer, na cidade de Bragança, foi Bryan Alaphilippe a vencer para a Armée de Terre ao fim dos 162,7 km de prova. Todos os restantes candidatos à amarela chegaram integrados no pelotão, não se registando diferenças na geral. Ezquerra foi o melhor do Sporting-Tavira no 13.º, Nocentini foi 16.º, Marque 20.º e Frederico Figueiredo 25.º.

Raúl Alarcón terminou a tirada no nono lugar e mantém-se no topo da geral individual. Tem 6 segundos de vantagem sobre Alejandro Marque (Sporting-Tavira) e 12 relativamente a Domingos Gonçalves (RP-Boavista), que hoje encurtou distâncias, bonificando numa meta volante.

A etapa de amanhã vai levar o pelotão de Macedo de Cavaleiros até ao alto da Senhora da Graça. Com estreia da mítica subida na Volta a Portugal em 1978, o Monte Farinha (Senhora da Graça) irá dar espectáculo. Com apenas 152,7 kms, a etapa está repleta de dificuldades em terreno transmontano recheado de zonas montanhosas.

Após 50 kms calmos surge o Alto do Populo, com 8 kms a 4.6% e antes da Senhora da Graça ainda há o Alto do Velão, uma ascensão longa, com 19.2, com  3.1%. Depois de uma longa descida e do sprint intermédio em Mondim de Basto, começa a subida. São 8.8 kms a 7.1%, coincidindo a chegada com uma contagem de 1ª categoria.

 

Classificação geral individual

1.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, 10:40.45 horas

2.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 6 segundos

3.º Domingos Gonçalves, RP Boavista, a 15′

4.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 16′

5.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, a 17′

6.º Sérgio Paulinho, Efapel, a 20′

7.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, a 22′

8.º Rui Sousa, RP Boavista, a 25′

9.º García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, a 29′

10.º Davide Rebellin, Kuwait Cartucho ES, a 32′

12.º Jesus Ezquerra, Sporting-Tavira, a 45′

 

Classificação colectiva

1.º W52-FC Porto, 32:03.04 horas

2.º Sporting-Tavira, a 18 segundos

3.º RP Boavista, a 45 segundos

 

Fonte: in Sporting.pt

Photos © João Fonseca Photographer

 

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