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Nocentini foi quarto na Senhora da Assunção e mantêm a luta pela vitória na Volta

 

Rinaldo Nocentini assumiu o estatuto de líder da equipa com uma excelente subida no Santuário da Senhora da Assunção, terminou a sétima etapa em quarto lugar, logo atrás de Gustavo Veloso (W52-FC Porto) e de Vicente García de Mateos (Louletano-Hospital de Loulé).

 

Rinaldo Nocentini procurou a bonificação na ascensão à Senhora da Assunção: “A subida não era muito difícil. Era rápida, à excepção dos últimos metros, que eram muito duros. Fiz o sprint para conseguir bonificações, mas acabei em quarto”.

Nocentini permanece em segundo tem agora Veloso a nove segundos. O foco passa por superar com possibilidades a etapa da Torre: “Espero que a minha condição continue assim para chegar a coisas boas. Continuo em segundo, penso que não mudará nada. A etapa da Torre será decisiva e depois há que conseguir um bom ‘crono’ para me manter na frente”.

 

Marque finalizou em 11.º e mantêm a 10.º posição na classificação geral, agora a 2.08.

 

Logo no início da etapa, ao km 2, Frederico Figueiredo comunicou o abandono da prova, fruto das lesões que sofreu nas cinco quedas durante a volta.

 

Aos sete quilómetros formou-se uma fuga de 14 ciclistas. Del Pino e Barbio da Efapel, Rui Sousa da RP Boavista e Ricardo Mestre da W52-FC Porto eram os ciclistas mais perigosos para a geral. O Sporting-Tavira comandou durante os primeiros quilómetros de etapa. Na serra de Campelos de quarta categoria, Rui Sousa tentou fazer diferenças, mas o grupo manteve-se junto. As equipas do pelotão continuaram a reduzir espaço até Rui Sousa, que estava a 2.50 minutos da amarela, ter ficado para trás. Ricardo Mestre também ficou intermédio, sobrando 10 fugitivos que mantiveram vantagem de 3.34 minutos sobre o pelotão a apenas 15 km da meta.

 

António Barbio foi um dos 14 corredores que escapou ao pelotão com 7 quilómetros percorridos. O pelotão consentiu que a fuga ganhasse vantagem suficiente para discutir a etapa, mas o grupo de escapados desentendeu-se. Barbio partiu em solitário para não mais ser alcançado. Os restantes fugitivos foram absorvidos pelo pelotão

A decisão da etapa estava guardada para os últimos 6.400 metros. A subida de Santo Tirso ao Monte Córdova, onde se localiza o Santuário de Nossa Senhora da Assunção, fez-se com ritmo forte no pelotão. A W52-FC Porto preparou o caminho para Veloso. Nocentini seguiu na roda na altura certa, mas perdeu o espaço para os mais explosivos, terminando em quarto na geral.

 

A oitava etapa liga Gondomar a Oliveira de Azeméis num percurso de 159,8 km, prevista como uma tirada menos complicada e sem muita montanha. A reta da meta, na tradicional rampa oliveirense, poderá provocar alguns “cortes” entre os primeiros.

 

Classificação da etapa

1.º António Barbio, Efapel, 04:06.01

2.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, a 1.07′

3.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, m.t

4.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, m.t

5.ºRaul Alarcón, W52-FC Porto, m.t

6.º João Benta, RP Boavista, m.t

7.ºAmaro Antunes, W52-FC Porto, a 1.11′

8.º Marco Tizza, GME, a 1.15

9.º Davide Rebellin, Kuwait Cartucho Es, a 1.15

10.º Krists Neilands, Israel Cycling Team, m.t

11.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, m.t

 

Classificação geral individual

1.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, 32:16.30

2.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 24′

3.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, a 30′

4.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, a 33′

5.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, a 34′

10.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 2.08′

 

Fonte: in Sporting.pt

Photos © João Fonseca Photographer

 

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