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Nocentini ganha cinco segundos ao camisola amarela

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O espanhol Vicente García de Mateos (Louletano-Hospital de Loulé) ganhou hoje a oitava etapa da Volta a Portugal, vencendo ao sprint que decidiu os 159,8 quilómetros, entre Gondomar e Oliveira de Azeméis.
 
Vicente García de Mateos subiu à segunda posição, estando apenas a 14 segundos do compatriota. Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira) caiu um lugar, passando a ser terceiro, mas aproximou-se da camisola amarela, da qual está apenas a 19 segundos.
 
Luís Afonso (LA Alumímios-Metalusa BlackJack) e Egor Silin (RP-Boavista) foram os fugitivos na etapa deste domingo, escapando ao pelotão ao quilómetro 19. Chegaram a ter uma vantagem superior a 9 minutos, mas a aceleração do pelotão, na luta pela classificação da montanha, aquando da escalada de segunda categoria em Gamarão, fez a diferença começar a cair. O esforço da Efapel, procurando que a etapa fosse discutida em pelotão, também contribuiu para que os fugitivos não tivessem a vida facilitada.
A fuga de Afonso e Silin acabou a 24 kms da meta, numa altura em que o pelotão, comandado pela Efapel, estava bastante reduzido.
 
A discussão das bonificações da última meta volante da jornada, aos 22 quilómetros do final, com o sprint intermédio para Gustavo Veloso (W52-FC Porto), Vicente García de Mateos (Louletano-Hospital de Loulé) ficou com 2 segundos e Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira) conseguiu o segundo restante.
 
Vidal Fitas elogiou o rival e vencedor da jornada, realçando que Nocentini também recuperou espaço para a frente da corrida: “García de Mateos está a apresentar-se a um nível muito bom e será mais um candidato a contar para a Volta a Portugal. Estão cinco ciclistas muito próximos na classificação e penso que quatro podem vencer. Felizmente que temos um atleta nesse rol. A Volta está disputadíssima como não estava desde há muito tempo”.
 
O director-desportivo explicou a colocação de Ezquerra na ajuda a Nocentini, salientando que o cansaço evidente no pelotão será particularmente visível na subida à Torre: foi importante o Jesus estar ali na colocação ao Nocentini. O corte do Alarcón [ficou a quatro segundos] é importante e tudo se decidirá na Torre e no contra-relógio. Penso que estas diferenças não serão significativas, uma vez que o pelotão, cansado como se mostra, pode sofrer uma mudança muito grande na classificação”. (…) “Esperamos continuar com opções e tentar uma classificação melhor do que a que temos. A prioridade é passar sempre com os melhores”.
 
Jesus Ezquerra saltou do grupo da frente e conduziu Nocentini aos últimos 150 metros, mas no momento de sprint permitiu espaço a Mestre para o segundo posto e o terceiro para Gizza.
 
Marque foi 10.º, mantendo a mesma distância para Alarcón (2.08).
 
Na longa e inclinada subida de final de etapa até Oliveira de Azeméis, Rinaldo Nocentini ficou perto do pódio, mas acabou por finalizar em quinto, conquistando quatro preciosos segundos para Raúl Alarcón, agora a 19’ de distância.
 
A penúltima etapa, segunda-feira, é a etapa da serra da Estrela. Apesar de não terminar na Torre, a ligação de 184,1 quilómetros entre a Lousã e a Guarda conta com seis contagens de montanha, quatro de terceira categoria (uma delas na meta), uma de quarta e a mais imponente da Volta e única de categoria especial na Torre, onde a altitude e os quase 20 km de duração farão diferenças.
 
Classificação da etapa
1.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, 4:06:39 horas
2.º Daniel Mestre, Efapel, m.t
3.º Marco Tizza, GM Europa, m.t
4.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, m.t
5.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira m.t
10.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, m.t
 
Classificação geral
1.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, 36:23.13 horas
2.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, a 14 segundos
3.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 19’
4.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, a 26’
5.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, a 34’  
 
Fonte: in Sporting.pt
Photos © João Fonseca Photographer
 
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