FESTIVAL DE PISTA 2018

Cartaz-Festival-Pista-2017

O Festival de Pista irá decorrer no dia 5 Outubro, às 15h00, na Pista do Ginásio Clube de Tavira, com a presença de todas as equipas profissionais nacionais e equipa feminina do Sporting/Tavira.

 

Nocentini e Marque no Top-5 da Volta a Portugal

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Dois lugares no top-5 da Volta a Portugal para o Sporting-Tavira. Rinaldo Nocentini terminou em nono o contra-relógio de 20,1 km em Viseu com o tempo de 26.57 minutos, mais 57 segundos do que Gustavo Veloso, da W52-FC Porto, vencedor da tirada, com a média de 46,385 km/hora.

 

O italiano não conseguiu o terceiro lugar, com García de Mateos (Louletano-Hospital de Loulé) a conseguir o quinto melhor tempo da jornada.

Alejandro Marque acabou a etapa no terceiro posto, a 18 segundos do vencedor. Marque subiu ao quinto lugar da geral, consolidando o Sporting-Tavira com dois ciclistas no top-5.

 

Os verdes e brancos foram também a segunda melhor formação do dia, acabando no quarto posto da classificação colectiva.

 

Alejandro Marque saltou de sétimo para o quinto lugar, mas o foco estava mesmo no triunfo do contra-relógio de 20,1 km, em Viseu: “Queria ganhar o contra-relógio. O pódio da geral já estava longe, ser quinto ou sexto já faz pouca diferença. Estou contente pela Volta que fiz, tendo em conta a pequena fissura que tenho na costela. Sei o que sofri todos os dias. Acabar nesta posição foi espectacular”.

 

 

Rinaldo Nocentini confirmou que o terceiro lugar era um objectivo que ficou por cumprir, não sem antes referir que o contra-relógio teve muito mais a ver com a recuperação do que a habilidade na disciplina: “O quarto posto não é mau. Preferia o pódio, mas é ciclismo. Normalmente, o Vicente [García de Mateos] não tem o crono como disciplina. Mas, no final de uma Volta dura, acaba por ter tudo a ver com recuperação. Agora, sim, esperava poder subir ao pódio”.

 

 

Vidal Fitas valorizou o comportamento da equipa e encontra motivos para sorrir no final da Volta a Portugal: “O facto de termos andado condicionados na Volta tirou-nos força. Poderíamos não ter ganho, mas estaríamos mais fortes e a corrida seria mais discutida. Demos um salto competitivo em relação ao ano passado. Temos vindo a evoluir e conseguimos chegar aqui para discutir a Volta. Há atletas que têm de evoluir em termos de mentalidade e foi bom porque aqui aprenderam. Perder ou ganhar nunca sabes se consegues. Lutar pela vitória é algo diferente. E nós lutámos. Não fizemos mais porque não conseguimos. Já conseguimos andar pelos primeiros lugares e assumir a corrida. Os que cá estiveram deram boa conta de si, têm mais do que pensam. Faz diferença ter uma equipa de jovens. Estivemos muito perto de ganhar etapas, levamos o quarto e o quinto, logo só posso estar satisfeito. Fizemos frente à equipa que tem dominado nos últimos anos. O que fizemos não envergonha ninguém”.

 

Vidal Fitas afirma que a marcação da W52-FC Porto durante a competição foi um sinal de respeito: “É um sinal de crescimento, de respeito. Os ataques direccionaram-se a nós e respondemos da maneira que era possível responder. Nem sempre foi possível reagir de forma a complicar a nossa vida ao adversário. Contudo, este ano ultrapassámos outras equipas e isso é um bom sinal. Espero estar cá em 2018 sem contrariedades para lutar com as equipas que sejam candidatas”.

 

O presidente do Clube de Ciclismo de Tavira, Marcelino Teixeira, sublinhou que existiram impedimentos decisivos para que a prestação do Sporting-Tavira não fosse mais competente. Ainda assim, o responsável agradeceu o esforço e elogiou a formação verde e branca: “Dentro das nossas possibilidades, termos um quarto e um quinto classificado é um bom resultado. Queríamos mais, mas tivemos muitas condicionantes. Tentámos fazer o melhor possível. Estamos a acompanhar o esforço dos atletas. Ninguém duvida de que deram o seu máximo. Quando digo contrariedades não falo só de quedas nem de lesões. Esta não seria a equipa ideal para a Volta a Portugal, um dos que ficou de fora seria um dos líderes [Joni Brandão], por exemplo”.

 

 

Classificação etapa 10, Viseu-Viseu, contra-relógio de 20,1 km

1.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, 0:26.00 minutos

2.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, a 15 segundos

3.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 18 segundos

4.º António Carvalho, W52-FC Porto, a 24 segundos

5.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, a 36 segundos

9.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 57 segundos

14.º Jesus Ezquerra, Sporting-Tavira, a 1.17 minutos

40.º Mario Gonzalez, Sporting-Tavira, a 2.06 minutos

53.º Fábio Silvestre, Sporting-Tavira, a 2.40 minutos

98.º Valter Pereira, Sporting-Tavira, a 4.13 minutos

104.º Luís Fernandes, Sporting-Tavira, a 4.31 minutos

 

 

Classificação geral individual da 79ª Volta a Portugal 2017

1.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, 41:46.14 horas

2.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, a 1.23′

3.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, a 5.25′

4.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 5.54′

5.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 7.10′

28.º Jesus Ezquerra, Sporting-Tavira, a 50.00′

40.º Mario Gonzalez, Sporting-Tavira, a 1:21.39′

53.º Luís Fernandes, Sporting-Tavira, a 1:39.52′

86.º Valter Pereira, Sporting-Tavira, a 2:26.00′

98.º Fábio Silvestre, Sporting-Tavira, a 2:45.49′

 

Classificação colectiva

1.º W52-FC Porto, 125:26.02 horas

2.º RP Boavista, a 23.49′

3.º Efapel, a 28.08′

4.º Sporting-Tavira, a 43.32′

 

Classifcação por Pontos

Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé

 

Classificação da Montanha

Amaro Antunes, W52-FC Porto

 

Classificação da Juventude

Krists Neilands, Israel Cycling Team

 

Fonte: in Sporting.pt

Photos © João Fonseca Photographer

 

#SportingTavira

#CiclismoTavira

#Tavira

#PaixãoPeloCiclismo

Nocentini fora da conquista pela amarela, luta por um lugar no pódio

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Rinaldo Nocentini terminou em quinto na penúltima etapa da Volta a Portugal, a mais de cinco minutos do vencedor, Amaro Antunes. O Sporting-Tavira liderou durante 50 km a perseguição ao duo da W52-FC Porto. Mas Amaro Antunes e Alarcón arrancaram a seis kms do topo da Serra da Estrela e nunca mais foram apanhados

A tirada de 184,1 quilómetros, entre a Lousã e a Guarda, com passagem pela serra da Estrela, onde a W52-FC Porto destruiu o pelotão, tendo como dano colateral o atraso do seu chefe-de-fila: Gustavo Veloso.

O dia iniciou com uma fuga de 26 ciclistas. O Sporting-Tavira colocou Jesus Ezquerra, Luís Fernandes e Mário Gonzalez para contrariar os três ciclistas tanto da W52-FC Porto, Vinhas, Mestre e Joaquim Silva, como da Efapel, Rafael Silva, Del Pino, Barbio.

À medida que a inclinação e altitude da Torre se fizeram sentir, a frente da corrida começou a misturar-se com grupos perseguidores. Amaro Antunes (W52-FC Porto) mexeu com a corrida e conseguiu alcançar a frente da corrida.

Gustavo Veloso passava grandes dificuldades, enquanto o Sporting-Tavira acelerava o ritmo para afastar o galego da discussão, que saiu inclusivamente do top-15 da prova-rainha depois de demorar mais de 40 minutos a concluir.

Raúl Alarcón, atacou e chegou à frente da corrida, onde viria a ter o auxílio de Mestre e Amaro Antunes, além da concorrência do camisola branca, Krists Neilands (Israel Cycling Team).

Sérgio Paulinho da Efapel começava a quebrar, enquanto De La Fuente se aliava ao Sporting-Tavira para permitir que De Mateos se aproximasse da liderança da prova. Ezquerra já havia regressado da fuga e, juntamente com Alejandro Marque, tentavam levar Nocentini. A quatro quilómetros do alto da Serra da Estrela, ‘Noce’ cedia 54 segundos para os ciclistas azuis e brancos. Mario Gonzalez passou pela frente para condicionar a tentativa de fuga de João Benta e juntava-se um cada vez maior grupo de perseguição, composto por RP Boavista, LA Alumínios, Sporting-Tavira, Louletano-Hospital de Loulé e Efapel.

Na passagem pela meta de montanha, a distância estava cifrada nos 1.17’. Marque procurou rebocar Nocentini, assumindo as despesas de perseguição na descida rumo a Valhelhas, meta volante onde Alarcón bonificou mais três segundos. Finda a descida, Ricardo Mestre abandonou o trabalho, ficando Alarcón e Amaro na dianteira, enquanto a 30 km da meta, só García de Mateos e Nocentini pareciam interessados em recuperar o espaço para a frente.

O Alejandro Marque procurou conduzir Nocentini subida acima, mas a distância não parou de crescer até à meta. Amaro Antunes venceu a jornada e também a camisola da montanha. Com a bonificação de 10 segundos (contra seis de Alarcón), o algarvio parte para o contra-relógio de Viseu com uma desvantagem de 29 segundos.

O italiano está a oito segundos de De Mateos e de um lugar no pódio.

Alejandro Marque finalizou em sétimo, subindo a esse mesmo lugar na geral, agora a 7.07.

Alejandro Marque tentou levar Nocentini para a vitória da Volta a Portugal, sem sucesso, depois de uma perseguição que diz não entender devido à falta de colaboração dos restantes: “Ainda houve um colega a ajudar, mas depois estive sempre eu praticamente a tentar puxar. Tive de entrar muito cedo, sem entendimento é difícil. Não percebo a RP Boavista e a Efapel. Se nos entendêssemos poderia ser mais fácil. Eles também tinham objectivos”. Contudo, realça que o terceiro posto está dentro das possibilidades: “O pódio não está perdido. O terceiro será entre De Mateos e Nocentini”. O ciclista assumiu o desejo de procurar a vitória no contra-relógio: “Vamos ver como as pernas recuperam depois da etapa de hoje. Vou tentar lutar por uma vitória, evidentemente. Veremos se as pernas respondem bem”.

Rinaldo Nocentini reconheceu que a corrida pela Volta a Portugal está terminada, depois de um dia em que classifica a W52-FC Porto como estando acima das restantes: “Podíamos tentar seguir com o Alarcón. Contudo, pensávamos que poderíamos retirar um pouco de tempo. Hoje foram mais fortes. Os dois da frente estiveram de outro nível. A correr como eles correram hoje, poderiam estar no World Tour. Trabalhámos muito na perseguição, mas por mais que trabalhássemos mais tempo perderíamos”.

Nocentini agradeceu à equipa, especialmente ao desempenho de um “super Marque” na perseguição, e, referiu: “Vamos tentar chegar ao pódio. Para mim é um grande resultado. Tenho 40 anos, é a segunda Volta a Portugal que faço. Espero conseguir o terceiro lugar. Quero agradecer à equipa e vamos tentar o melhor possível”.

Vidal Fitas realçou o trabalhos dos seus corredores, reconhecendo o valor dos adversários: “O movimento do Raúl Alarcón [ataque na Torre] foi muito forte para toda a gente. Nem o Nocentini nem ninguém o conseguiu seguir. Pensámos que a melhor estratégia era tentar anular o intento com uma perseguição. Contávamos ganhar tempo, mas tanto Alarcón como Antunes mostraram-se muito fortes. Dissemos adeus à vitória pela Volta, mas de pé. Os atletas fizeram o que lhes foi pedido e o que as forças deixaram, portanto tenho de estar satisfeito. A condição deles era bastante boa, mas apanhámos dois adversários que fizeram o que fizeram. Há que dar os parabéns”.

O director desportivo apontou o contra-relógio e a subida ao pódio como objectivos: “Há um lugar no pódio a conquistar. Temos de lutar por ele”.

No contra-relógio de Viseu, Nocentini é candidato a entrar no pódio e Marque um candidato à vitória na tirada, esperando que possa subir ao top-5 da prova.

 

Classificação da etapa

1.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, 4:56.55 horas

2.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, m.t

3.º Krist Neilands, Israel Cycling Team, a 1.28′

4.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, a 4.41′

5.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 4.44′

7.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 4.50′

 

Classificação geral individual

1.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, 41:19.59 horas

2.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, a 31′

3.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, a 5.04′

4.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 5.12′

5.º João Benta, RP Boavista, a 6.29′

7.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 7.04′

 

Fonte: in Sporting.pt

Photos © João Fonseca Photographer

 

#SportingTavira

#CiclismoTavira

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Nocentini ganha cinco segundos ao camisola amarela

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O espanhol Vicente García de Mateos (Louletano-Hospital de Loulé) ganhou hoje a oitava etapa da Volta a Portugal, vencendo ao sprint que decidiu os 159,8 quilómetros, entre Gondomar e Oliveira de Azeméis.
 
Vicente García de Mateos subiu à segunda posição, estando apenas a 14 segundos do compatriota. Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira) caiu um lugar, passando a ser terceiro, mas aproximou-se da camisola amarela, da qual está apenas a 19 segundos.
 
Luís Afonso (LA Alumímios-Metalusa BlackJack) e Egor Silin (RP-Boavista) foram os fugitivos na etapa deste domingo, escapando ao pelotão ao quilómetro 19. Chegaram a ter uma vantagem superior a 9 minutos, mas a aceleração do pelotão, na luta pela classificação da montanha, aquando da escalada de segunda categoria em Gamarão, fez a diferença começar a cair. O esforço da Efapel, procurando que a etapa fosse discutida em pelotão, também contribuiu para que os fugitivos não tivessem a vida facilitada.
A fuga de Afonso e Silin acabou a 24 kms da meta, numa altura em que o pelotão, comandado pela Efapel, estava bastante reduzido.
 
A discussão das bonificações da última meta volante da jornada, aos 22 quilómetros do final, com o sprint intermédio para Gustavo Veloso (W52-FC Porto), Vicente García de Mateos (Louletano-Hospital de Loulé) ficou com 2 segundos e Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira) conseguiu o segundo restante.
 
Vidal Fitas elogiou o rival e vencedor da jornada, realçando que Nocentini também recuperou espaço para a frente da corrida: “García de Mateos está a apresentar-se a um nível muito bom e será mais um candidato a contar para a Volta a Portugal. Estão cinco ciclistas muito próximos na classificação e penso que quatro podem vencer. Felizmente que temos um atleta nesse rol. A Volta está disputadíssima como não estava desde há muito tempo”.
 
O director-desportivo explicou a colocação de Ezquerra na ajuda a Nocentini, salientando que o cansaço evidente no pelotão será particularmente visível na subida à Torre: foi importante o Jesus estar ali na colocação ao Nocentini. O corte do Alarcón [ficou a quatro segundos] é importante e tudo se decidirá na Torre e no contra-relógio. Penso que estas diferenças não serão significativas, uma vez que o pelotão, cansado como se mostra, pode sofrer uma mudança muito grande na classificação”. (…) “Esperamos continuar com opções e tentar uma classificação melhor do que a que temos. A prioridade é passar sempre com os melhores”.
 
Jesus Ezquerra saltou do grupo da frente e conduziu Nocentini aos últimos 150 metros, mas no momento de sprint permitiu espaço a Mestre para o segundo posto e o terceiro para Gizza.
 
Marque foi 10.º, mantendo a mesma distância para Alarcón (2.08).
 
Na longa e inclinada subida de final de etapa até Oliveira de Azeméis, Rinaldo Nocentini ficou perto do pódio, mas acabou por finalizar em quinto, conquistando quatro preciosos segundos para Raúl Alarcón, agora a 19’ de distância.
 
A penúltima etapa, segunda-feira, é a etapa da serra da Estrela. Apesar de não terminar na Torre, a ligação de 184,1 quilómetros entre a Lousã e a Guarda conta com seis contagens de montanha, quatro de terceira categoria (uma delas na meta), uma de quarta e a mais imponente da Volta e única de categoria especial na Torre, onde a altitude e os quase 20 km de duração farão diferenças.
 
Classificação da etapa
1.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, 4:06:39 horas
2.º Daniel Mestre, Efapel, m.t
3.º Marco Tizza, GM Europa, m.t
4.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, m.t
5.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira m.t
10.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, m.t
 
Classificação geral
1.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, 36:23.13 horas
2.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, a 14 segundos
3.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 19’
4.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, a 26’
5.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, a 34’  
 
Fonte: in Sporting.pt
Photos © João Fonseca Photographer
 
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#CiclismoTavira
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Nocentini foi quarto na Senhora da Assunção e mantêm a luta pela vitória na Volta

 

Rinaldo Nocentini assumiu o estatuto de líder da equipa com uma excelente subida no Santuário da Senhora da Assunção, terminou a sétima etapa em quarto lugar, logo atrás de Gustavo Veloso (W52-FC Porto) e de Vicente García de Mateos (Louletano-Hospital de Loulé).

 

Rinaldo Nocentini procurou a bonificação na ascensão à Senhora da Assunção: “A subida não era muito difícil. Era rápida, à excepção dos últimos metros, que eram muito duros. Fiz o sprint para conseguir bonificações, mas acabei em quarto”.

Nocentini permanece em segundo tem agora Veloso a nove segundos. O foco passa por superar com possibilidades a etapa da Torre: “Espero que a minha condição continue assim para chegar a coisas boas. Continuo em segundo, penso que não mudará nada. A etapa da Torre será decisiva e depois há que conseguir um bom ‘crono’ para me manter na frente”.

 

Marque finalizou em 11.º e mantêm a 10.º posição na classificação geral, agora a 2.08.

 

Logo no início da etapa, ao km 2, Frederico Figueiredo comunicou o abandono da prova, fruto das lesões que sofreu nas cinco quedas durante a volta.

 

Aos sete quilómetros formou-se uma fuga de 14 ciclistas. Del Pino e Barbio da Efapel, Rui Sousa da RP Boavista e Ricardo Mestre da W52-FC Porto eram os ciclistas mais perigosos para a geral. O Sporting-Tavira comandou durante os primeiros quilómetros de etapa. Na serra de Campelos de quarta categoria, Rui Sousa tentou fazer diferenças, mas o grupo manteve-se junto. As equipas do pelotão continuaram a reduzir espaço até Rui Sousa, que estava a 2.50 minutos da amarela, ter ficado para trás. Ricardo Mestre também ficou intermédio, sobrando 10 fugitivos que mantiveram vantagem de 3.34 minutos sobre o pelotão a apenas 15 km da meta.

 

António Barbio foi um dos 14 corredores que escapou ao pelotão com 7 quilómetros percorridos. O pelotão consentiu que a fuga ganhasse vantagem suficiente para discutir a etapa, mas o grupo de escapados desentendeu-se. Barbio partiu em solitário para não mais ser alcançado. Os restantes fugitivos foram absorvidos pelo pelotão

A decisão da etapa estava guardada para os últimos 6.400 metros. A subida de Santo Tirso ao Monte Córdova, onde se localiza o Santuário de Nossa Senhora da Assunção, fez-se com ritmo forte no pelotão. A W52-FC Porto preparou o caminho para Veloso. Nocentini seguiu na roda na altura certa, mas perdeu o espaço para os mais explosivos, terminando em quarto na geral.

 

A oitava etapa liga Gondomar a Oliveira de Azeméis num percurso de 159,8 km, prevista como uma tirada menos complicada e sem muita montanha. A reta da meta, na tradicional rampa oliveirense, poderá provocar alguns “cortes” entre os primeiros.

 

Classificação da etapa

1.º António Barbio, Efapel, 04:06.01

2.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, a 1.07′

3.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, m.t

4.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, m.t

5.ºRaul Alarcón, W52-FC Porto, m.t

6.º João Benta, RP Boavista, m.t

7.ºAmaro Antunes, W52-FC Porto, a 1.11′

8.º Marco Tizza, GME, a 1.15

9.º Davide Rebellin, Kuwait Cartucho Es, a 1.15

10.º Krists Neilands, Israel Cycling Team, m.t

11.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, m.t

 

Classificação geral individual

1.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, 32:16.30

2.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 24′

3.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, a 30′

4.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, a 33′

5.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, a 34′

10.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 2.08′

 

Fonte: in Sporting.pt

Photos © João Fonseca Photographer

 

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Nocentini foi 3º numa etapa difícil, no dia que Marque passou dificuldades

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Rui Sousa (RP-Boavista) ganhou hoje a sexta etapa da Volta a Portugal Santander Totta, numa ligação de 182,7 quilómetros, entre Braga e Fafe. Rui Sousa, que vinha da fuga inicial, isolou-se na subida em terra batida da Pedra Sentada, a pouco menos de 20 quilómetros do fim.

A fuga obrigou o Sporting-Tavira, o Louletano-Hospital de Loulé e a Efapel a controlarem o pelotão, empregando nessa tarefa energia que tanta falta viria a fazer na fase final da tirada para atacar a camisola amarela. Com a aceleração, o pelotão principal ficou reduzido a pouco mais de dez unidades, menos do que os homens em fuga.

Rinaldo Nocentini lamentou novo problema junto da W52-FC Porto. Depois de, em Santa Luzia, ter questionado a trajectória de Raúl Alarcón, agora aponta a Amaro Antunes: “Hoje posso dizer que Amaro me viu. Estava a passar pela esquerda e fui apertado para me encostar a barreira. Ontem foi uma situação de corrida por parte do Alarcón. Hoje Amaro tentou empurrar-me para as barreiras. Não é justo, espero que o comissário faça algo”.

Rinaldo Nocentini foi o melhor do Sporting-Tavira no terceiro lugar, bonificando quatro segundos que o mantêm no segundo lugar da geral, agora a 24 segundos de Alarcón. Alejandro Marque finalizou a 1.22 minutos e desceu ao 10.º posto, agora a 1.56 de Alarcón.

O italiano explicou a dificuldade do dia e lamentou as dificuldades sentidas por Marque: “Foi uma etapa difícil, passei bem a parte final. O Alejandro Marque teve dificuldades. Era um bom homem para a geral devido ao contra-relógio. Contudo, a subida foi muito dura. A W52-FC Porto dificultou muito e agora estou sozinho. Vou tentar o melhor possível. Amanhã é descanso e tentaremos recuperar”.

Jesus Ezquerra salientou a dificuldade do dia e referiu que ainda procurou ajudar Marque na subida no Alto do Viso: “Tínhamos o Nocentini na frente e o Alejandro Marque atrás. Ainda parei para tentar ajudá-lo a chegar à frente. Acabou por perder tempo, mesmo depois de reduzir o espaço. A W52-FC Porto colocou um ritmo fortíssimo e o Marque passou momento difícil”.

Frederico Figueiredo foi assistido pelos médicos da prova durante a etapa.

Vidal Fitas referiu “É evidente que era bom que o Marque não perdesse o tempo que perdeu. Não está fora porque não se sabem as voltas que a corrida pode dar. Continua a ter um papel muito importante dentro da equipa”, mas aponta Nocentini à geral e permanece confiante nas possibilidades do Sporting-Tavira: “O Rinaldo está bem. Ganhou um segundo. É pouco, mas é um segundo. Continuamos na luta pela Volta, o Nocentini está bastante bem e tudo é possível, mesmo que não o levem muito a sério”.

O director-desportivo afirma “Há chegadas a Santo Tirso, a Oliveira de Azeméis e à Guarda. São três etapas bastante duras, que vão fazer mais diferenças do que até aqui porque o cansaço acumula-se. As diferenças passarão de segundos a minutos”. (…) “Há sítios onde podemos ganhar tempo”.

Na sexta-feira cumpre o dia de descanso, sendo retomada a prova no sábado com a sétima etapa a ligar Lousada e Santo Tirso, depois de 161,9 km de percurso. Apenas duas metas de montanha, a primeira na Serra dos Campelos e um final em alto em mais um Santuário, desta feita o da Nossa Senhora da Assunção, depois de quase 7.000 metros de subida.

 

Classificação da etapa

1.º Rui Sousa, RP Boavista, 4:41.50

2.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, a 4′

3.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, m.t

4.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, m.t

5.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, m.t

16.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 1.22′

24.º Jesus Ezquerra, Sporting-Tavira, a 5.14′

33.º Mario Gonzalez, Sporting-Tavira, a 7.41′

60.º Frederico Figueiredo, Sporting-Tavira, a 22.54′

68.º Luís Fernandes, Sporting-Tavira, a 22.54′

95.º Fábio Silvestre, Sporting-Tavira, 29.06′

100.º Valter Pereira, Sporting-Tavira, 29.06′

 

Classificação geral individual

1.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, 28:09.22

2.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 24′

3.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, a 30′

4.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, a 34′

5.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, a 39′

10.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 1.56′

26.º Jesus Ezquerra, Sporting-Tavira, a 12.08′

34.º Frederico Figueiredo, Sporting-Tavira, a 25.22′

39.º Luís Fernandes, Sporting-Tavira, a 29.45′

61.º Mario Gonzalez, Sporting-Tavira, a 46.58′

95.º Valter Pereira, Sporting-Tavira, 01:22.33′

100.º Fábio Silvestre, Sporting-Tavira, 01:25.09′

 

Classificação colectiva

1.º W52-FC Porto, 84:29.56 horas

2.º Efapel, a 4.33′

3.º RP Boavista, a 7.54′

4.º Sporting-Tavira, a 7.57′

 

Fonte: in Sporting.pt

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Chegada final com polémica mas contas feitas de Nocentini e Marque mantêm as classificações

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A chegada ao Santuário de Santa Luzia ficou envolta em polémica depois de Rinaldo Nocentini adiantar que sofreu um toque que o levou para as barreiras, impedindo que a trajectória da última curva, a 200 metros da meta, lhe proporcionasse mais do que o sexto lugar na etapa. O camisola amarela, Raúl Alarcón, posiciona-se com um encosto no transalpino, direccionando ambos para as barreiras. Gustavo Veloso, levado por Amaro Antunes, ganhou avanço para o primeiro triunfo na edição de 2017 e consequentes 10 segundos de bonificação.

Veloso está apenas a um segundo de Alejandro Marque que, ao chegar em oitavo, permanece no quarto posto, a 35 segundos de Alarcón.

Frederico Figueiredo foi o terceiro melhor do Sporting-Tavira, finalizando em 15.º, a apenas sete segundos de Veloso.

Os 179,6 kms de prova ficaram marcados por uma fuga de três ciclistas: Luís Afonso (LA Alumínios-Metalusa BlackJack), Mikel Bizkarra (Euskadi Basque Country-Murias) e Yann Guyot (Armée de Terre), em fuga desde a passagem pela meta-volante de Montalegre, ao quilómetro 25,8, perseguidos pelo pelotão, sobretudo pela Israel Cycling Academy, a menos de 10 quilómetros da meta.

Os últimos cinco kms eram os mais duros, muito devido ao empedrado e não propriamente pela subida.

A sexta etapa liga Braga a Fafe numa extensão de 182,2 kms. O pelotão enfrenta os últimos quilómetros de grande dificuldade. A subida ao Alto do Viso (8,2 km a 6,9 por cento de inclinação média) antecede a primeira passagem pela meta.

Após a primeira passagem, o pelotão dirige-se para o troço de terra do Salto da Pedra Sentada, uma subida de segunda categoria.

Segue-se uma descida exigente, a curta subida de quarta categoria de Golães e o desfecho, no habitual empedrado ascendente do centro de Fafe.

 

Classificação individual

1.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, 4:37.56

2.º García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, m.t

3.º Daniel Mestre, Efapel, m.t

4.º Krists Neilands, Israel Cycling Team, m.t

5.º César Fonte, LA Metalusa Blackjack, m.t

6.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, m.t

8.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, m.t

15.º Frederico Figueiredo, Sporting-Tavira, a 7′

 

Classificação geral

1.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, 23:27.31 horas

2.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 25′

3.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, a 29′

4.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 35′

5.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, a 36′

 

Classificação colectiva

1.º W52-FC Porto, 70:24.14

2.º Sporting-Tavira, a 1.29

3.º RP Boavista, a 2.53

 

Fonte: in Sporting.pt

Photos © João Fonseca Photographer

 

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#Tavira

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Nocentini terceiro na Senhora da Graça. É agora 2º na Geral da Volta a Portugal

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Nocentini terceiro na Senhora da Graça. É agora 2º na Geral da Volta a Portugal

Primeiro grande dia de montanha na 79.ª edição da Volta a Portugal com a subida ao Monte Farinha, estreia das ascensões de primeira categoria e com meta colocada no Santuário da Nossa Senhora da Graça, após 152,7 km de percurso. Nocentini foi o terceiro melhor ciclista do dia, atrás de Alarcón e Amaro Antunes, e é agora segundo classificado. Alejandro Marque finalizou em sétimo, descendo a quarto, a 35 segundos de Alarcón, que reforçoua amarela com o triunfo na etapa.

A etapa 4 começou a ser atacada com 15 quilómetros percorridos, altura em que fugiram do pelotão oito corredores, posteriormente chega Filipe Cardoso (RP-Boavista) à frente da corrida, na aproximação à subida do Velão.

O pelotão iniciou a ascensão de 8.200 quilómetros, com inclinação média de 7,7%, ainda a 1.50 da fuga, mas rapidamente diminuiu diferenças para fugitivos. O elevado ritmo do pelotão foi reduzindo o número de ciclista ao longo da subida. Nocentini e Marque seguiram no grupo de 10 que seguiam na liderança. Rinaldo Nocentini seguiu na traseira do camisola amarela, Alarcón, já depois de Marque descair no grupo.

O espanhol da W52-FC Porto arrancou para o segundo triunfo na prova, com três segundos de avanço para o companheiro Amaro Antunes. Rinaldo Nocentini finalizou em terceiro, ainda bonificando sobre García de Mateos e João Benta, e subiu ao segundo da geral, a 25 segundos de Alarcón. Marque ficou com Gustavo Veloso e cedeu 19 segundos para a frente da corrida, finalizando em sétimo a tirada.

O Sporting-Tavira mantém segundo e quarto posto da geral individual.

Vidal Fitas elogiou o desempenho de Marque e Nocentini, garantindo que apesar da inversão de lugares entre ambos, o Sporting-Tavira saiu vivo da Senhora da Graça, ainda com segundo e quarto lugar na geral individual: “Havia dito que era um dia em que se poderia começar a perder a Volta. Foi um dia muito positivo. Continuamos com as aspirações intactas. O Nocentini subiu a segundo, o Marque continua a uma distância razoável do primeiro lugar”… “Estamos na luta. Pensávamos que iam estar na discussão da Volta e fico satisfeito por ver que estão bem e a cumprir esse propósito”.

Alejandro Marque, apesar de descer na classificação referiu: “A Senhora da Graça é sempre uma chegada difícil. A minha opção foi de seguir a roda do Gustavo Veloso e consegui terminar com o mesmo tempo do que ele e manter a vantagem”…  “Continuamos muito bem. O tempo perdido não é decisivo”.

A Etapa 5 começa em Boticas e finaliza em Viana do Castelo. Os 179.6 kms terão três contagens de montanha (uma de segunda e duas de terceira categorias), voltando a apresentar um final acidentado no Santuário de Santa Luzia.

Classificação da etapa

1.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, 4:02.52

2.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, a 3′

3.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, m.t

4.º João Benta, RP Boavista, a 4′

5.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, m.t

6.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, a 19′

7.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, m.t

8.º António Carvalho, W52-FC Porto, a 25′

9.º Henrique Casimiro, Efapel, m.t

10.º Mikel Bizkarra, Euskadi, a 42′

15.º Frederico Figueiredo, Sporting-Tavira, a 1.04

 

Classificação geral

1.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, 18:49.35

2.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 25′

3.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, a 29′

4.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 35′

5.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, a 43′

6.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, a 46′

7.º João Benta, RP Boavista, a 1.25′

8.º Henrique Casimiro, Efapel, a 1.30′

9.º António Carvalho, W52-FC Porto, a 1.34′

10.º Sérgio Paulinho, Efapel, a 1.38′

 

Classificação colectiva

1.º W52-FC Porto, 56:30.26 horas

2.º Sporting-Tavira, a 1.22′

3.º RP Boavista, a 2.39′

 

Fonte: in Sporting.pt

Photos © João Fonseca Photographer

 

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Sporting-Tavira liderou durante metade da corrida e mantêm a luta pela amarela

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A terceira etapa implicava saber gerir a montanha inicial para uma chegada confortável a Bragança. Desde Figueira de Castelo de Rodrigo, o Sporting-Tavira foi chamado ao trabalho para anular uma fuga precoce de 16 ciclistas, que tinha entre eles Rui Vinhas, ciclista da W52-FC Porto vencedor da Volta 2016, e Domingos Gonçalves da RP Boavista, terceiro na geral, a 15 segundos de Alarcón.

Foram mais de 80 quilómetros e Vidal Fitas realçou o desempenho colectivo: “Demos uma boa resposta perante um grupo enorme. Conseguimos controlar e reduzir o espaço. Enfrentámos um grupo que não era nada favorável e que nos poderia complicar as contas para a geral. É necessário trabalhar. Quando lutas para uma Volta a Portugal é normal que existam situações destas”.

Tanto em Foz Côa como em Moncorvo, as inclinações de terceira categoria, Valter Pereira, Mario Gonzalez e Luís Fernandes puxavam Marque, Nocentini e Frederico Figueiredo subida acima, não permitindo que a distância ultrapassasse o minuto e meio. Na descida era Fábio Silvestre a assumir as despesas de perseguição. No fim da segunda categoria, após 9.000 metros de ascensão, Rui Vinhas via frustrada uma tentativa que em 2016 lhe valeu o triunfo da amarela.

Nova fuga se sucedeu, mas aí os comboios dos sprinters colocaram mãos à obra. Depois de rotundas apertadas e muitas inclinações, tanto a subir como a descer, na cidade de Bragança, foi Bryan Alaphilippe a vencer para a Armée de Terre ao fim dos 162,7 km de prova. Todos os restantes candidatos à amarela chegaram integrados no pelotão, não se registando diferenças na geral. Ezquerra foi o melhor do Sporting-Tavira no 13.º, Nocentini foi 16.º, Marque 20.º e Frederico Figueiredo 25.º.

Raúl Alarcón terminou a tirada no nono lugar e mantém-se no topo da geral individual. Tem 6 segundos de vantagem sobre Alejandro Marque (Sporting-Tavira) e 12 relativamente a Domingos Gonçalves (RP-Boavista), que hoje encurtou distâncias, bonificando numa meta volante.

A etapa de amanhã vai levar o pelotão de Macedo de Cavaleiros até ao alto da Senhora da Graça. Com estreia da mítica subida na Volta a Portugal em 1978, o Monte Farinha (Senhora da Graça) irá dar espectáculo. Com apenas 152,7 kms, a etapa está repleta de dificuldades em terreno transmontano recheado de zonas montanhosas.

Após 50 kms calmos surge o Alto do Populo, com 8 kms a 4.6% e antes da Senhora da Graça ainda há o Alto do Velão, uma ascensão longa, com 19.2, com  3.1%. Depois de uma longa descida e do sprint intermédio em Mondim de Basto, começa a subida. São 8.8 kms a 7.1%, coincidindo a chegada com uma contagem de 1ª categoria.

 

Classificação geral individual

1.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, 10:40.45 horas

2.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 6 segundos

3.º Domingos Gonçalves, RP Boavista, a 15′

4.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 16′

5.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, a 17′

6.º Sérgio Paulinho, Efapel, a 20′

7.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, a 22′

8.º Rui Sousa, RP Boavista, a 25′

9.º García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, a 29′

10.º Davide Rebellin, Kuwait Cartucho ES, a 32′

12.º Jesus Ezquerra, Sporting-Tavira, a 45′

 

Classificação colectiva

1.º W52-FC Porto, 32:03.04 horas

2.º Sporting-Tavira, a 18 segundos

3.º RP Boavista, a 45 segundos

 

Fonte: in Sporting.pt

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Marque mantém o segundo posto à Geral e Silvestre foi o melhor atleta na etapa conseguindo o 12.º lugar

FOTOS_C_LOGOSApós a mais longa etapa da edição de 2017 da Volta a Portugal, percorrida sob sol e calor intenso, só as quedas poderiam dificultar o cenário. A tradicionalmente difícil chegada a Castelo Branco voltou a cortar o pelotão e Alejandro Marque, segundo à geral, foi um dos envolvidos, caindo a dois quilómetros do término da linha de meta.

Ainda assim, é cumprida a regra de igualar os tempos do vencedor da etapa a quem chegou inserido no pelotão até aos últimos 3.000 metros. Fábio Silvestre apresentou-se como o melhor ciclista do Sporting-Tavira com o 12.º lugar, já depois de também ter sofrido problemas na colocação para o sprint final. Dos ciclistas mais sonantes, Rui Vinhas, vencedor em 2016, e Edgar Pinto, líder da LA Alumínios, também caíram, mas antes da barreira dos três quilómetros.

Durante a tirada de 214,7 km, com o regresso às partidas no Alentejo, desta feita em Reguengos de Monsaraz, 10 fugitivos animaram a corrida desde os primeiros metros de etapa. João Matias (LA Alumínios) era o que mais perigava a camisola amarela de Raúl Alarcón, mas, à medida que a fuga se foi dissolvendo, a perseguição da W52-FC Porto, mas também de Sporting-Tavira e Efapel foi suficiente para caçar o último dos escapados a 5 km da meta, valendo uma chegada nas melhores condições a Samuel Caldeira, que bateu o italiano Antonio Parrinello (GM Europa Ovini) e o francês Stéphane Poulhies (Armée de Terre).

Alarcón preserva a amarela, previsivelmente seis segundos à frente de Alejandro Marque, com Nocentini no quarto posto da geral individual.

Na segunda-feira corre-se a terceira etapa, entre Figueira de Castelo Rodrigo e Bragança, num percurso de 162,7 quilómetros, que terá três contagens de montanha (duas de terceira categoria e uma de segunda), antes de um final que contém duas passagens pela meta.

 

Classificação da etapa

1.º Samuel Caldeira, W52-FC Porto, 5:38.16 horas

2.º Antonio Parrinello, GM Europa Ovni, m.t

3.º Stéphane Poulhies, Armée de Terre, m.t

 

12.º Fábio Silvestre, m.t

16.º Luís Martins,

19.º Rinaldo Nocentini,

23.º Jesus Ezquerra,

47.º Valter Pereira,

61.º Frederico Figueiredo,

60.º Alejandro Marque,

65.º Mario Gonzalez

 

Classificação geral individual

1.º Raul Alarcón, W52-FC Porto, 10:40.45 horas

2.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 6 segundos

3.º Domingos Gonçalves, RP Boavista, a 15′

4.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 16′

5.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, a 17′

6.º Sérgio Paulinho, Efapel, a 20′

7.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, a 220

8.º Rui Sousa, RP Boavista, a 25′

9.º García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, a 29′

10.º Davide Rebellin, Kuwait Cartucho ES, a 32′

 

Classificação colectiva

1.º W52-FC Porto, 32:03.04 horas

2.º Sporting-Tavira, a 18 segundos

3.º RP Boavista, a 45 segundos

 

Fonte: in Sporting.pt

Photos © João Fonseca Photographer

 

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