Marque mantém o segundo posto à Geral e Silvestre foi o melhor atleta na etapa conseguindo o 12.º lugar

FOTOS_C_LOGOSApós a mais longa etapa da edição de 2017 da Volta a Portugal, percorrida sob sol e calor intenso, só as quedas poderiam dificultar o cenário. A tradicionalmente difícil chegada a Castelo Branco voltou a cortar o pelotão e Alejandro Marque, segundo à geral, foi um dos envolvidos, caindo a dois quilómetros do término da linha de meta.

Ainda assim, é cumprida a regra de igualar os tempos do vencedor da etapa a quem chegou inserido no pelotão até aos últimos 3.000 metros. Fábio Silvestre apresentou-se como o melhor ciclista do Sporting-Tavira com o 12.º lugar, já depois de também ter sofrido problemas na colocação para o sprint final. Dos ciclistas mais sonantes, Rui Vinhas, vencedor em 2016, e Edgar Pinto, líder da LA Alumínios, também caíram, mas antes da barreira dos três quilómetros.

Durante a tirada de 214,7 km, com o regresso às partidas no Alentejo, desta feita em Reguengos de Monsaraz, 10 fugitivos animaram a corrida desde os primeiros metros de etapa. João Matias (LA Alumínios) era o que mais perigava a camisola amarela de Raúl Alarcón, mas, à medida que a fuga se foi dissolvendo, a perseguição da W52-FC Porto, mas também de Sporting-Tavira e Efapel foi suficiente para caçar o último dos escapados a 5 km da meta, valendo uma chegada nas melhores condições a Samuel Caldeira, que bateu o italiano Antonio Parrinello (GM Europa Ovini) e o francês Stéphane Poulhies (Armée de Terre).

Alarcón preserva a amarela, previsivelmente seis segundos à frente de Alejandro Marque, com Nocentini no quarto posto da geral individual.

Na segunda-feira corre-se a terceira etapa, entre Figueira de Castelo Rodrigo e Bragança, num percurso de 162,7 quilómetros, que terá três contagens de montanha (duas de terceira categoria e uma de segunda), antes de um final que contém duas passagens pela meta.

 

Classificação da etapa

1.º Samuel Caldeira, W52-FC Porto, 5:38.16 horas

2.º Antonio Parrinello, GM Europa Ovni, m.t

3.º Stéphane Poulhies, Armée de Terre, m.t

 

12.º Fábio Silvestre, m.t

16.º Luís Martins,

19.º Rinaldo Nocentini,

23.º Jesus Ezquerra,

47.º Valter Pereira,

61.º Frederico Figueiredo,

60.º Alejandro Marque,

65.º Mario Gonzalez

 

Classificação geral individual

1.º Raul Alarcón, W52-FC Porto, 10:40.45 horas

2.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 6 segundos

3.º Domingos Gonçalves, RP Boavista, a 15′

4.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 16′

5.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, a 17′

6.º Sérgio Paulinho, Efapel, a 20′

7.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, a 220

8.º Rui Sousa, RP Boavista, a 25′

9.º García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, a 29′

10.º Davide Rebellin, Kuwait Cartucho ES, a 32′

 

Classificação colectiva

1.º W52-FC Porto, 32:03.04 horas

2.º Sporting-Tavira, a 18 segundos

3.º RP Boavista, a 45 segundos

 

Fonte: in Sporting.pt

Photos © João Fonseca Photographer

 

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Marque é o 2º e Nocentini sobe à quarta posição

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A primeira etapa da 79.ª edição da Volta a Portugal mexeu e bem com a classificação individual da prova, mesmo contando apenas com três contagens de montanha. A passagem pela Arrábida mexeu com a corrida, afastando os sprinters da discussão da vitória e colocando a lutar pela etapa os homens da geral.

Raúl Alarcón da W52-FC Porto conquistou um espaço decisivo nos últimos 15 km e venceu com 11 segundos de avanço sobre um grupo reduzido no qual chegaram Rinaldo Nocentini (quinto) e Alejandro Marque (nono). Alarcón assumiu a liderança da prova e Marque subiu ao segundo posto a seis segundos do compatriota. Nocentini é agora quarto, a 16 segundos.

Frederico Figueiredo caiu entretanto na viragem para a subida do Alto das Necessidades, mas, mesmo apresentando marcas do sucedido, conseguiu recolocar-se no pelotão, numa altura em que Sporting-Tavira e W52-FC Porto se posicionaram na frente do grupo para prevenir quaisquer ataques que pudessem surgir.

O momento decisivo da tirada aconteceu na subida para a Arrábida, a 13 quilómetros da meta. A Efapel e a RP-Boavista endureceram a corrida e dizimaram o pelotão. Já no topo da subida, Alejandro Marque (Sporting-Tavira) atacou e levou com ele um grupo ainda mais restrito, no qual estavam os grandes candidatos ao triunfo final.

Ninguém quis assumir as despesas da corrida e, enquanto os rivais se olhavam, Raúl Alarcón desferiu um ataque que não teve resposta, pedalando isolado cerca de 12 quilómetros para ganhar a etapa e vestir a camisola amarela.

Alarcón lançou-se numa descida vertiginosa e ganhou segundos importantes para uma vitória isolada na meta. Marque bem protestou pela falta de perseguição, mas De La Fuente e García de Mateos (Louletano-Hospital de Loulé), César Fonte (LA), Rui Sousa  (RP Boavista), Sérgio Paulinho (Efapel) e Rebellin (Kuwait-Cartucho ES) não seguiram o esforço de Nocentini, impedindo a ‘caça’ ao perigoso corredor azul e branco.

Em termos colectivos, a W52-FC Porto ultrapassou o Sporting-Tavira, muito devido à queda de Frederico Figueiredo, que chegou já no terceiro grupo, cedendo 42 segundos para a formação portista.

A segunda etapa da Volta a Portugal nodomingo, é a mais longa da competição e a única que está “desenhada a pensar” para sprinters, com extensão de 214,7 km, entre Reguengos de Monsaraz e Castelo de Branco.

Classificação individual da etapa

1.º Raul Alarcón, W52-FC Porto, 4:55.57 horas

2.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, a 11 segundos

3.º David de la Fuente, Louletano-Hospital de Loulé, m.t

4.º García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, m.t

5.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, m.t

6.º César Fonte, LA, m.t

7.º Davide Rebellin, Kuwait Cartucho ES, m.t

8.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, m.t

9.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, m.t

10.º Sérgio Paulinho, Efapel, m.t

 

19.º Jesus Ezquerra, Sporting-Tavira, a 42′

21.º Luís Fernandes, Sporting-Tavira, m.t

28.º Frederico Figueiredo, Sporting-Tavira, m.t

52.º Mario Gonzalez, a 2.37 minutos

86.º Fábio Silvestre, a 9.30 minutos

129.º Valter Pereira, a 18.34

 

Classificação geral

1.º Raul Alarcón, W52-FC Porto, 5:02.29 horas

2.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 6 segundos

3.º Domingos Gonçalves, RP Boavista, a 15′

4.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 16′

5.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, a 17′

 

Classificação colectiva

1.º W52-FC Porto, 15:08.16

2.º Sporting-Tavira, a 18 segundos

3.º RP Boavista, a 45 segundos

 

Fonte: in Sporting.pt

Photos © João Fonseca Photographer

 

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Alex Marque foi 3º no Prólogo. Sporting-Tavira lidera por equipas

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Alejandro Marque foi terceiro no prólogo de Lisboa, de 5,4 km, e conquistou avanço que reforça a sua candidatura à segunda Volta a Portugal no palmarés. Parte para Setúbal de azul (camisola ganha no primeiro dia de prova), mas o olho está bem focado na amarela, especialmente depois de um dia que caracterizou como muito positivo: “Creio que tenho uma posição ideal. Amarela é amarela e queremos ganhar sempre, mas conquistámos tempo sobre todos os rivais. É bom conseguir espaço na frente e penso que isso obrigará outras equipas a mexerem na corrida”.

O pódio de Marque era por si só um bom resultado, mas o contra-relogista garantiu avanço sobre os competidores da geral, conquistando 10 segundos sobre Gustavo Veloso, ciclista da W52-FC Porto e duas vezes vencedor da prova. Alarcón ficou a 14, Amaro Antunes já a 21 segundos, eles que podem ser armas para repetir o ocorrido em 2016 com a vitória de Rui Vinhas (a 36 segundos do vencedor de etapa). O líder do Louletano, Vicente García de Mateos ficou a 22 segundos de Marque; Rui Sousa da RP Boavista perdeu 18 e até Sérgio Paulinho, apontado como um dos candidatos, acabou a 16 segundos do triunfo, ficando a 13 do espanhol. Marque expressa felicidade por não ter de voltar a correr atrás do prejuízo e não ficou surpreendido por Veloso ter cedido 10 segundos na geral: “Num prólogo destes qualquer travagem, erro ou problema técnico retira 10 ou 15 segundos. Evidentemente, estou contente porque lhe retirei algum tempo [10 segundos], até porque tenho ido sempre a ‘reboque’, a correr atrás dele. Tinha de estar sempre a ganhar tempo aqui e acolá de forma a ultrapassá-lo. Agora, começo na frente”.

Até à primeira grande barreira montanhosa, a Senhora da Graça, existem três etapas para percorrer. O galego do Sporting-Tavira não quer antecipar as contas e prepara-se diariamente para a contenda, até porque, como refere, vital é vestir de amarelo em Viseu, na última etapa da 79.ª edição da prova rainha: “Vamos dia a dia. Gostava de poder vestir a amarela. Na Senhora da Graça ou não. É algo que sonho, mas o mais relevante é conquistar a camisola no último dia”.

Fonte: in Sporting.pt
Damien Gaudin, o corredor do exército francês, concluindo o curto contrarrelógio em 6m24s, o que lhe garante o comando da geral individual.

O campeão nacional de contrarrelógio, Domingos Gonçalves (RP-Boavista), foi o segundo classificado, a 2 segundos. O galego Alejandro Marque (Sporting-Tavira) fechou o pódio da jornada, a 3 segundos do mais veloz, e assumiu a dianteira entre os candidatos ao triunfo final.
O Sporting-Tavira comanda por equipas.

A primeira etapa em linha terá 203 quilómetros e disputa-se neste sábado, entre Vila Franca de Xira e Setúbal.

 

Classificação Prólogo

1º Damien GAUDIN (ARMEE DE TERRE) – 0:06:24
2º Domingos GONÇALVES (RP-BOAVISTA) – a 2”
3º Alejandro MARQUE PORTO (SPORTING-TAVIRA) – a 3”

6º Jesus EZQUERRA – a 11”
11º Rinaldo NOCENTINI – a 13”
40º Mário GONZALEZ – a 26”
47º SILVESTRE Fábio – a 29”
68º Frederico FIGUEIREDO – a 34”
91º Válter PEREIRA – a 43”
103º Luís FERNANDES – a 48”
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#CiclismoTavira
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Prólogo da VOLTA A PORTUGAL 2017

altimetria

Alejandro Marque não se considera favorito a ganhar o primeiro esforço individual da Volta a Portugal, mas salienta a importância de não ceder terreno para os melhores contra-relogistas da prova.

Alejandro Marque sabe a importância dos contra-relógios para poder ambicionar uma segunda vitória na Volta a Portugal.

Para o primeiro dia da edição 79 da prova-rainha, onde o Sporting CP persegue a 10.ª vitória individual, o foco está em cumprir sem problemas o percurso lisboeta e ficar perto dos rivais: “O ideal é acabar este prólogo com o mesmo tempo de Gustavo Veloso [W52-FC Porto] e Sérgio Paulinho [Efapel], que são bons contra-relogistas. Se conseguir tirar tempo aos trepadores, melhor. Seria alcançar uma vantagem importante”.

Para os 5,4 km de tirada inicial, Vidal Fitas apontara Fábio Silvestre e Jesus Ezquerra como principais armas do Sporting-Tavira. O galego, cabeça de cartaz da equipa juntamente com Rinaldo Nocentini, concorda com o director-desportivo: “Acho que o Vidal Fitas identificou as nossas melhores hipóteses. É favorável aos sprinters e aos roladores, porque é muito explosivo. Será um esforço de 6/7 minutos. Atendendo às minhas características, só quando se ultrapassa os 15 km de contra-relógio é que consigo desenvolver diferenças. Para mim, Jesus Ezquerra e Fábio Silvestre são boas hipóteses. O Fábio é corpulento, consegue manter um nível elevado e ainda consegue sprintar se necessário. É um candidato a ter em conta”.

Fonte in Sporting.pt

ORDEM DE PARTIDA DO PRÓLOGO:
HORA – DORSAL – ATLETA
15:17:00 – 44 – Luís FERNANDES
15:34:00 – 43 – Jesus EZQUERRA
15:52:00 – 46 – Válter PEREIRA
16:10:00 – 47 – Fábio SILVESTRE
16:28:00 – 48 – Mário GONZALEZ
16:46:00 – 45 – Frederico FIGUEIREDO
17:04:00 – 42 – Alejandro MARQUE
17:21:00 – 41 – Rinaldo NOCENTINI

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Sporting-Tavira a postos para a Volta a Portugal

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Vidal Fitas destaca candidatos para o prólogo e Joaquim Gomes, director da prova, assume que os leões têm candidatos credíveis.

Segunda ficha no carrossel da Volta a Portugal para o Sporting-Tavira. Os verdes e brancos partem para 79.ª edição da Volta a Portugal, com início marcado para amanhã, dia 04 de Agosto, em Lisboa.

O Sporting CP procura a 10.ª vitória individual da sua história e tanto Rinaldo Nocentini como Alejandro Marque podem assumir a função de líder de equipa. Tanto assim é que Joaquim Gomes, director da prova, reitera que o Sporting-Tavira pode contrariar o favoritismo recente da W52-FC Porto: “A Volta a Portugal é uma prova por etapas de grande exigência. Qualquer um desses corredores [Nocentini e Marque] tem categoria para vencer a prova. Efectivamente, nas últimas edições, a W52-FC Porto, e alguns ciclistas que agora lá competem, têm experiência e, teoricamente, estão num patamar superior de favoritismo. Contudo, no desporto a questão do favoritismo é relativa. Fui favorito em quase todas as Voltas em que participei e só ganhei duas. Espero que os Sportinguistas tenham legítimas esperanças na equipa e que esperem de forma abnegada que um dos vossos ciclistas possa chegar à vitória.

Vidal Fitas, director-desportivo dos leões revelou-se confiante numa boa prova e contou ao Jornal Sporting quem considera candidato a vencer o prólogo de 5,4 com partida e chegada em Belém após passagem por Alcântara: “Gustavo Veloso [W52-FC Porto], Alejandro Marque, Jesus Ezquerra, Fábio Silvestre [Sporting-Tavira], Domingos Gonçalves [RP Boavista] e Sérgio Paulinho [Efapel]. Para o Marque o percurso poderia ser mais longo, mas para o Ezquerra e para o Fábio considero a distância ideal.

Nocentini está catalogado como candidato à amarela, muito pela capacidade em fazer diferenças nas subidas mais curtas, mas, para o director-desportivo, a ambição é sempre ganhar tempo aos rivais, até num prólogo: “Bom resultado era ficar à frente. Não faço ideia de quem possa vencer o prólogo. O vento pode ser um factor importante, a previsão é de que na parte final esteja mais forte do que no início e isso pode ser determinante”.

Fábio Silvestre quer fazer um bom prólogo e procurar um sprint vitorioso em Setúbal para liderar a corrida.

Vidal Fitas apontou Marque para um bom prólogo, mas reconhece que os 5,4 km de extensão do início da Volta em Lisboa beneficiam sprinters ou homens rápidos no plano. Fábio Silvestre assume o desejo de corresponder às expectativas e de, quem sabe, poder envergar a mais desejada camisola da prova-rainha: “Darei o meu melhor. É um prólogo rápido, preferia que fosse mais técnico, mas vou dar o meu máximo nestas primeiras etapas. Seguramente que o vencedor vai ‘andar’ perto dos 51 km/hora como velocidade média. O objectivo passa por vestir a amarela, ainda que seja previsível que os principais candidatos se tentem já posicionar na geral. Procurarei passar a serra da Arrábida no segundo dia [primeira etapa em linha] e ver como corre”.

Jesus Ezquerra foi o único a erguer os braços ao céu em 2016 e, apesar de querer repetir o feito, admite que o foco está na geral individual: “Para mim foi uma vitória importante. Gostei muito de a conseguir. Contudo, este ano faremos tudo para ajudar os nossos líderes. Ainda que possa tentar vencer na primeira etapa [em linha], depois a concentração é toda para eles”.

O director-desportivo aponta o espanhol como pretendente ao triunfo no prólogo, mas Ezquerra considera que há corredores mais bem posicionados: “Ele disse que eu e o Fábio [Silvestre] temos possibilidades, mas temos de ver. Há muitos companheiros que podem conseguir vencer o prólogo. O Marque, por exemplo. Para mim é mais difícil, porque o percurso favorece roladores e sprinters“.

Fonte: in Sporting.pt

Fotos: João Fonseca

Alejandro Marque foi quinto na 60.ª edição da Volta às Astúrias

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A 60.ª edição da Volta às Astúrias é uma competição de 3 dias, que decorreu entre 29 e 30 Abril e 1 Maio. Esta é uma competição muito disputada pelas equipas e ciclistas de topo, entre elas a Movistar Team, Caja Rural Seguros RGA, Selección Española, entre outras. Nairo Quintana, em preparação para a Volta à Itália, foi o centro de atenção de todos.
A primeira etapa anunciada com um grau de dificuldade de média montanha com quatro subidas de 3ª categoria, sendo a última a 6Km da meta em Colloto (Oviedo), sendo Nocentini foi o melhor do Sporting/Tavira em nono, seguido por Alejandro Marque em 11.º.

Classificação 1.ª etapa
1.º Weimar Roldán, Medellin-Inder, 4:12.50
9.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, m.t
11.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, m.t
18.º Jesús Ezquerra, Sporting-Tavira, a 51 segundos
72.º David Livramento, a 2.10 minutos
87.º Shaun Nick-Bester, a 2.51 minutos
100.º Luís Fernandes, a 2.51 minutos
134.º Fábio Silvestre, a 7.00 minutos

No domingo percorreu-se a segunda tirada da competição de três dias, uma ligação de 177 km entre Ribera de Arriba e o Alto del Acebo. Após três contagens de montanha categorizadas, a última ascensão teve cerca de 11 km de extensão até aos 1.100 metros de altitude. Alejandro Marque foi o 4º a cruzar a meta a apenas 33 segundos de Nairo Quintana. Após três contagens de montanha categorizadas, a última ascensão, com perto de 11 km de extensão até aos 1.100 metros de altitude, foi decisiva para a etapa. Quintana, em preparação para a Volta à Itália, foi (naturalmente) o mais forte e subiu ao segundo posto da geral, a sete segundos de Alarcón, superando a neve e o frio.

Classificação 2.ª etapa
1.º Nairo Quintana, Movistar, 05:19.40 horas
4.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 33 segundos
52.º Jesús Ezquerra, Sporting-Tavira, a  8.28
53.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a  8.29
54.º David Livramento, Sporting-Tavira, a  8.46
86.º Luís Fernandes, a 16.56
Fábio Silvestre Shaun Nick-Bester não terminaram dentro do tempo de controlo.
A terceira etapa ligou Cangas del Narcea e Oviedo (120 km) e a grande dificuldade residiu a 15 km da meta, numa subida de cerca de cinco km de segunda categoria. Alejandro Marque voltou a ser o melhor ciclista do Sporting/Tavira, finalizando a 40 segundos do vencedor, em nono lugar na etapa, descendo de terceiro para quinto da geral da Volta às Asturias.
Classificação 3.ª etapa
1.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, 2:48.12
2.º Oscar Sevilla, Medellin-Inder, a sete segundos
3.º João Benta, Rádio Popular Boavista, m.t
9.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 40 segundos
23.º Jesús Ezquerra, Sporting-Tavira, a 1.07 minutos
52.º David Livramento, Sporting-Tavira, a 2.31 minutos
95.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 7.12 minutos
105.º Luís Fernandes, Sporting-Tavira, a 9.27 minutos
106.º Fábio Silvestre, Sporting-Tavira, m.t
Classificação Geral da Volta às Asturias
1.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, 12:20.42
2.º Nairo Quintana, Movistar, a 32 segundos
3.º Oscar Sevilla, Medellin-Inder, a 1.07 minutos
4.º João Benta, Rádio Popular Boavista, m.t
5.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 1.40 minutos
Ciclistas Sporting/Tavira em prova:
Luis Fernandes
Rinaldo Nocentini
David Livramento
Shaun Nick-Bester
Mário Gonzalez
Jesus Ezquerra
Alejandro Marque
Fábio Silvestre
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Luís Fernandes faz décimo no Grande Prémio de Mortágua

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No Grande Prémio de Mortágua do dia 25 Abril, David Rodrigues (RP-Boavista) bateu Joaquim Silva (W52-FC Porto) ao sprint depois de se livrarem dos restantes companheiros de fuga (cinco), que vigorava desde o décimo dos 144 quilómetros de corrida. Luís Fernandes foi o melhor atleta do Sporting-Tavira, no 10.º lugar.

David Livramento é o melhor ciclista do Sporting-Tavira, estando actualmente na 11.ª posição da Taça de Portugal. O David Livramento foi quem mais pontos somou (51), ficando no 11.º posto da classificação individual da Taça de Portugal.

Em termos colectivos, a W52-FC Porto segue em primeiro com 58 pontos, enquanto o Sporting-Tavira é sétimo com 13 pontos.

A Taça de Portugal prossegue na terceira edição do Grande Prémio do Dão, de 13 a 14 de Maio.

Classificação individual Taça de Portugal (após a segunda prova)

1.º Antonio Angulo, LA Aluminios, 155 pontos

2.º Daniel Mestre, Efapel, 132 pontos

3.º Domingos Gonçalves, RP/Boavista, 103 pontos

11.º David Livramento, Sporting-Tavira, 51 pontos

17.º Luís Fernandes, Sporting-Tavira, 25 pontos

24.º Jesús Ezquerra, Sporting-Tavira, 14 pontos

33.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, 7 pontos

38.º Shaun Nick-Bester, Sporting-Tavira, 6 pontos

61.º Fábio Silvestre, Sporting-Tavira, 2 pontos

 

Classificação colectiva Taça de Portugal (após a segunda prova)

1.º W52-FC Porto, 58 pontos

2.º RP/Boavista, 36 pontos

3.º Efapel, 31 pontos

7.º Sporting-Tavira, 13 pontos

 

17º GP Mortágua – Photo © João Fonseca Photographer

 

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Vitória de Jesus Ezquerra na 1ª Etapa da Volta à Bairrada 2017

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A Taça de Portugal 2017 de Elite e Sub-23 começa com a Volta à Bairrada, que se disputou nos dias 22 e 23 de Abril. A Volta à Bairrada é a primeira de três competições que compõem a Taça de Portugal de Elite e Sub-23, seguidas pelo Grande Prémio de Mortágua, no dia 25 de Abril, e pelo Grande Prémio do Dão, a 13 e 14 de Maio.

O espanhol Jesús Ezquerra (Sporting/Tavira) ganhou a primeira etapa da Volta à Bairrada – 4 Maravilhas da Mesa da Mealhada, com uma extensão de 146,7 quilómetros, entre a Mealhada e Casal Comba. A meta coincidiu com uma contagem de montanha de quarta categoria, favorecendo homens rápidos em detrimento dos sprinters puros.

Quando se perspetivava a possibilidade de uma chegada ao sprint, o Sporting/Tavira lançou Jesús Ezquerra que surpreendeu os rivais, atacando de longe e abrindo um espaço que os adversários não conseguiram fechar na subida final, terminando com o tempo de 3h25m03s. O espanhol comandava a classificação geral, dispondo de 5 segundos de vantagem sobre os perseguidores mais diretos, sendo também o melhor na classificação por pontos, saíndo para a 2ª etapa como camisola amarela.

“Foi uma vitória da equipa, que me deixou na última subida. Só tive de apertar e de ganhar. Tinha algumas dúvidas acerca da minha condição, porque me apresentei com problemas nas costas, mas consegui ganhar”, revelou Jesús Ezquerra.

A 2ª etapa da Volta à Bairrada no domingo contava com uma etapa com 170,3 quilómetro, unindo o Luso à Pampilhosa do Botão. O Sporting/Tavira não conseguiu segurar a liderança na segunda tirada. O Jesus Ezquerra esteve inserido no pelotão que não conseguiu seguir o grupo de fugitivos que viria a discutir a vitória na meta. Ainda assim, David Livramento representou a equipa na fuga, finalizando em décimo lugar.

Colectivamente na Taça de Portugal, o Sporting/Tavira soma seis pontos e ocupa o sexto lugar.

O Sporting/Tavira está representado na Taça de Portugal com David Livramento em oitavo lugar (com 46 pontos), Jesus Ezquerra em 14.º (com 14 pontos), Shaun Nick-Bester tem quatro (26º) e Fábio Silvestre dois pontos (44º).

Classificações da Volta à Bairrada 2017

1.ª etapa
1.º Jesús Ezquerra, 3:25.03
11.º Alejandro Marque, a 1 segundo
16.º Shaun Nick-Bester, a  13 segundos
26.º Oscar Brea, a 13 segundos
39.º Luís Fernandes, a 24 segundos
42.º Valter Pereira, a 29 segundos
45.º David Livramento, a 43 segundos
51.º Fábio Silvestre, a 01.05
2.ª etapa
10.º David Livramento, m.t
21.º Jesús Ezquerra, a 12.30 minutos
32.º Shaun Nick-Bester, a  23.13 minutos
57.º Fábio Silvestre, a 23.25 minutos

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Sporting/Tavira coloca dois ciclistas na discussão da corrida na Klassika Primavera de Amorebieta

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Na Klassika Primavera de Amorebieta (1.1), com 171,5 km, a Movistar com Gorka Izagirre assumiu o favoritismo com uma fuga e deu a 18.ª vitória da época à formação.

O director-desportivo Vidal Fitas, conhecia as dificuldades das clássicas espanholas e de competir com os melhores ciclistas do World Tour. Ainda assim, a equipa lutou pela vitória, colocando atletas na discussão da corrida.

Rinaldo Nocentini, finalizou em 17.º, a 21 segundos do vencedor.

Frederico Figueiredo foi 24.º, com o mesmo tempo do transalpino.

Mario Gonzalez foi 35.º, David Livramento 40.º e Joni Brandão 41.º.

Shaun Nick-Bester foi 53.º e Valter Pereira foi 67.º.

O Sporting/Tavira regressa às competições nacionais na Volta à Bairrada, a 22 e 23 de Abril e na Clássica de Mortágua (25 de Abril), participando depois na Volta às Astúrias, novamente em Espanha, entre 29 de Abril e 1 de Maio.

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