FESTIVAL DE PISTA 2018

Cartaz-Festival-Pista-2017

O Festival de Pista irá decorrer no dia 5 Outubro, às 15h00, na Pista do Ginásio Clube de Tavira, com a presença de todas as equipas profissionais nacionais e equipa feminina do Sporting/Tavira.

 

Nocentini e Marque no Top-5 da Volta a Portugal

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Dois lugares no top-5 da Volta a Portugal para o Sporting-Tavira. Rinaldo Nocentini terminou em nono o contra-relógio de 20,1 km em Viseu com o tempo de 26.57 minutos, mais 57 segundos do que Gustavo Veloso, da W52-FC Porto, vencedor da tirada, com a média de 46,385 km/hora.

 

O italiano não conseguiu o terceiro lugar, com García de Mateos (Louletano-Hospital de Loulé) a conseguir o quinto melhor tempo da jornada.

Alejandro Marque acabou a etapa no terceiro posto, a 18 segundos do vencedor. Marque subiu ao quinto lugar da geral, consolidando o Sporting-Tavira com dois ciclistas no top-5.

 

Os verdes e brancos foram também a segunda melhor formação do dia, acabando no quarto posto da classificação colectiva.

 

Alejandro Marque saltou de sétimo para o quinto lugar, mas o foco estava mesmo no triunfo do contra-relógio de 20,1 km, em Viseu: “Queria ganhar o contra-relógio. O pódio da geral já estava longe, ser quinto ou sexto já faz pouca diferença. Estou contente pela Volta que fiz, tendo em conta a pequena fissura que tenho na costela. Sei o que sofri todos os dias. Acabar nesta posição foi espectacular”.

 

 

Rinaldo Nocentini confirmou que o terceiro lugar era um objectivo que ficou por cumprir, não sem antes referir que o contra-relógio teve muito mais a ver com a recuperação do que a habilidade na disciplina: “O quarto posto não é mau. Preferia o pódio, mas é ciclismo. Normalmente, o Vicente [García de Mateos] não tem o crono como disciplina. Mas, no final de uma Volta dura, acaba por ter tudo a ver com recuperação. Agora, sim, esperava poder subir ao pódio”.

 

 

Vidal Fitas valorizou o comportamento da equipa e encontra motivos para sorrir no final da Volta a Portugal: “O facto de termos andado condicionados na Volta tirou-nos força. Poderíamos não ter ganho, mas estaríamos mais fortes e a corrida seria mais discutida. Demos um salto competitivo em relação ao ano passado. Temos vindo a evoluir e conseguimos chegar aqui para discutir a Volta. Há atletas que têm de evoluir em termos de mentalidade e foi bom porque aqui aprenderam. Perder ou ganhar nunca sabes se consegues. Lutar pela vitória é algo diferente. E nós lutámos. Não fizemos mais porque não conseguimos. Já conseguimos andar pelos primeiros lugares e assumir a corrida. Os que cá estiveram deram boa conta de si, têm mais do que pensam. Faz diferença ter uma equipa de jovens. Estivemos muito perto de ganhar etapas, levamos o quarto e o quinto, logo só posso estar satisfeito. Fizemos frente à equipa que tem dominado nos últimos anos. O que fizemos não envergonha ninguém”.

 

Vidal Fitas afirma que a marcação da W52-FC Porto durante a competição foi um sinal de respeito: “É um sinal de crescimento, de respeito. Os ataques direccionaram-se a nós e respondemos da maneira que era possível responder. Nem sempre foi possível reagir de forma a complicar a nossa vida ao adversário. Contudo, este ano ultrapassámos outras equipas e isso é um bom sinal. Espero estar cá em 2018 sem contrariedades para lutar com as equipas que sejam candidatas”.

 

O presidente do Clube de Ciclismo de Tavira, Marcelino Teixeira, sublinhou que existiram impedimentos decisivos para que a prestação do Sporting-Tavira não fosse mais competente. Ainda assim, o responsável agradeceu o esforço e elogiou a formação verde e branca: “Dentro das nossas possibilidades, termos um quarto e um quinto classificado é um bom resultado. Queríamos mais, mas tivemos muitas condicionantes. Tentámos fazer o melhor possível. Estamos a acompanhar o esforço dos atletas. Ninguém duvida de que deram o seu máximo. Quando digo contrariedades não falo só de quedas nem de lesões. Esta não seria a equipa ideal para a Volta a Portugal, um dos que ficou de fora seria um dos líderes [Joni Brandão], por exemplo”.

 

 

Classificação etapa 10, Viseu-Viseu, contra-relógio de 20,1 km

1.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, 0:26.00 minutos

2.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, a 15 segundos

3.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 18 segundos

4.º António Carvalho, W52-FC Porto, a 24 segundos

5.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, a 36 segundos

9.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 57 segundos

14.º Jesus Ezquerra, Sporting-Tavira, a 1.17 minutos

40.º Mario Gonzalez, Sporting-Tavira, a 2.06 minutos

53.º Fábio Silvestre, Sporting-Tavira, a 2.40 minutos

98.º Valter Pereira, Sporting-Tavira, a 4.13 minutos

104.º Luís Fernandes, Sporting-Tavira, a 4.31 minutos

 

 

Classificação geral individual da 79ª Volta a Portugal 2017

1.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, 41:46.14 horas

2.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, a 1.23′

3.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, a 5.25′

4.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 5.54′

5.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 7.10′

28.º Jesus Ezquerra, Sporting-Tavira, a 50.00′

40.º Mario Gonzalez, Sporting-Tavira, a 1:21.39′

53.º Luís Fernandes, Sporting-Tavira, a 1:39.52′

86.º Valter Pereira, Sporting-Tavira, a 2:26.00′

98.º Fábio Silvestre, Sporting-Tavira, a 2:45.49′

 

Classificação colectiva

1.º W52-FC Porto, 125:26.02 horas

2.º RP Boavista, a 23.49′

3.º Efapel, a 28.08′

4.º Sporting-Tavira, a 43.32′

 

Classifcação por Pontos

Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé

 

Classificação da Montanha

Amaro Antunes, W52-FC Porto

 

Classificação da Juventude

Krists Neilands, Israel Cycling Team

 

Fonte: in Sporting.pt

Photos © João Fonseca Photographer

 

#SportingTavira

#CiclismoTavira

#Tavira

#PaixãoPeloCiclismo

Nocentini fora da conquista pela amarela, luta por um lugar no pódio

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Rinaldo Nocentini terminou em quinto na penúltima etapa da Volta a Portugal, a mais de cinco minutos do vencedor, Amaro Antunes. O Sporting-Tavira liderou durante 50 km a perseguição ao duo da W52-FC Porto. Mas Amaro Antunes e Alarcón arrancaram a seis kms do topo da Serra da Estrela e nunca mais foram apanhados

A tirada de 184,1 quilómetros, entre a Lousã e a Guarda, com passagem pela serra da Estrela, onde a W52-FC Porto destruiu o pelotão, tendo como dano colateral o atraso do seu chefe-de-fila: Gustavo Veloso.

O dia iniciou com uma fuga de 26 ciclistas. O Sporting-Tavira colocou Jesus Ezquerra, Luís Fernandes e Mário Gonzalez para contrariar os três ciclistas tanto da W52-FC Porto, Vinhas, Mestre e Joaquim Silva, como da Efapel, Rafael Silva, Del Pino, Barbio.

À medida que a inclinação e altitude da Torre se fizeram sentir, a frente da corrida começou a misturar-se com grupos perseguidores. Amaro Antunes (W52-FC Porto) mexeu com a corrida e conseguiu alcançar a frente da corrida.

Gustavo Veloso passava grandes dificuldades, enquanto o Sporting-Tavira acelerava o ritmo para afastar o galego da discussão, que saiu inclusivamente do top-15 da prova-rainha depois de demorar mais de 40 minutos a concluir.

Raúl Alarcón, atacou e chegou à frente da corrida, onde viria a ter o auxílio de Mestre e Amaro Antunes, além da concorrência do camisola branca, Krists Neilands (Israel Cycling Team).

Sérgio Paulinho da Efapel começava a quebrar, enquanto De La Fuente se aliava ao Sporting-Tavira para permitir que De Mateos se aproximasse da liderança da prova. Ezquerra já havia regressado da fuga e, juntamente com Alejandro Marque, tentavam levar Nocentini. A quatro quilómetros do alto da Serra da Estrela, ‘Noce’ cedia 54 segundos para os ciclistas azuis e brancos. Mario Gonzalez passou pela frente para condicionar a tentativa de fuga de João Benta e juntava-se um cada vez maior grupo de perseguição, composto por RP Boavista, LA Alumínios, Sporting-Tavira, Louletano-Hospital de Loulé e Efapel.

Na passagem pela meta de montanha, a distância estava cifrada nos 1.17’. Marque procurou rebocar Nocentini, assumindo as despesas de perseguição na descida rumo a Valhelhas, meta volante onde Alarcón bonificou mais três segundos. Finda a descida, Ricardo Mestre abandonou o trabalho, ficando Alarcón e Amaro na dianteira, enquanto a 30 km da meta, só García de Mateos e Nocentini pareciam interessados em recuperar o espaço para a frente.

O Alejandro Marque procurou conduzir Nocentini subida acima, mas a distância não parou de crescer até à meta. Amaro Antunes venceu a jornada e também a camisola da montanha. Com a bonificação de 10 segundos (contra seis de Alarcón), o algarvio parte para o contra-relógio de Viseu com uma desvantagem de 29 segundos.

O italiano está a oito segundos de De Mateos e de um lugar no pódio.

Alejandro Marque finalizou em sétimo, subindo a esse mesmo lugar na geral, agora a 7.07.

Alejandro Marque tentou levar Nocentini para a vitória da Volta a Portugal, sem sucesso, depois de uma perseguição que diz não entender devido à falta de colaboração dos restantes: “Ainda houve um colega a ajudar, mas depois estive sempre eu praticamente a tentar puxar. Tive de entrar muito cedo, sem entendimento é difícil. Não percebo a RP Boavista e a Efapel. Se nos entendêssemos poderia ser mais fácil. Eles também tinham objectivos”. Contudo, realça que o terceiro posto está dentro das possibilidades: “O pódio não está perdido. O terceiro será entre De Mateos e Nocentini”. O ciclista assumiu o desejo de procurar a vitória no contra-relógio: “Vamos ver como as pernas recuperam depois da etapa de hoje. Vou tentar lutar por uma vitória, evidentemente. Veremos se as pernas respondem bem”.

Rinaldo Nocentini reconheceu que a corrida pela Volta a Portugal está terminada, depois de um dia em que classifica a W52-FC Porto como estando acima das restantes: “Podíamos tentar seguir com o Alarcón. Contudo, pensávamos que poderíamos retirar um pouco de tempo. Hoje foram mais fortes. Os dois da frente estiveram de outro nível. A correr como eles correram hoje, poderiam estar no World Tour. Trabalhámos muito na perseguição, mas por mais que trabalhássemos mais tempo perderíamos”.

Nocentini agradeceu à equipa, especialmente ao desempenho de um “super Marque” na perseguição, e, referiu: “Vamos tentar chegar ao pódio. Para mim é um grande resultado. Tenho 40 anos, é a segunda Volta a Portugal que faço. Espero conseguir o terceiro lugar. Quero agradecer à equipa e vamos tentar o melhor possível”.

Vidal Fitas realçou o trabalhos dos seus corredores, reconhecendo o valor dos adversários: “O movimento do Raúl Alarcón [ataque na Torre] foi muito forte para toda a gente. Nem o Nocentini nem ninguém o conseguiu seguir. Pensámos que a melhor estratégia era tentar anular o intento com uma perseguição. Contávamos ganhar tempo, mas tanto Alarcón como Antunes mostraram-se muito fortes. Dissemos adeus à vitória pela Volta, mas de pé. Os atletas fizeram o que lhes foi pedido e o que as forças deixaram, portanto tenho de estar satisfeito. A condição deles era bastante boa, mas apanhámos dois adversários que fizeram o que fizeram. Há que dar os parabéns”.

O director desportivo apontou o contra-relógio e a subida ao pódio como objectivos: “Há um lugar no pódio a conquistar. Temos de lutar por ele”.

No contra-relógio de Viseu, Nocentini é candidato a entrar no pódio e Marque um candidato à vitória na tirada, esperando que possa subir ao top-5 da prova.

 

Classificação da etapa

1.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, 4:56.55 horas

2.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, m.t

3.º Krist Neilands, Israel Cycling Team, a 1.28′

4.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, a 4.41′

5.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 4.44′

7.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 4.50′

 

Classificação geral individual

1.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, 41:19.59 horas

2.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, a 31′

3.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, a 5.04′

4.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 5.12′

5.º João Benta, RP Boavista, a 6.29′

7.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 7.04′

 

Fonte: in Sporting.pt

Photos © João Fonseca Photographer

 

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Nocentini ganha cinco segundos ao camisola amarela

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O espanhol Vicente García de Mateos (Louletano-Hospital de Loulé) ganhou hoje a oitava etapa da Volta a Portugal, vencendo ao sprint que decidiu os 159,8 quilómetros, entre Gondomar e Oliveira de Azeméis.
 
Vicente García de Mateos subiu à segunda posição, estando apenas a 14 segundos do compatriota. Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira) caiu um lugar, passando a ser terceiro, mas aproximou-se da camisola amarela, da qual está apenas a 19 segundos.
 
Luís Afonso (LA Alumímios-Metalusa BlackJack) e Egor Silin (RP-Boavista) foram os fugitivos na etapa deste domingo, escapando ao pelotão ao quilómetro 19. Chegaram a ter uma vantagem superior a 9 minutos, mas a aceleração do pelotão, na luta pela classificação da montanha, aquando da escalada de segunda categoria em Gamarão, fez a diferença começar a cair. O esforço da Efapel, procurando que a etapa fosse discutida em pelotão, também contribuiu para que os fugitivos não tivessem a vida facilitada.
A fuga de Afonso e Silin acabou a 24 kms da meta, numa altura em que o pelotão, comandado pela Efapel, estava bastante reduzido.
 
A discussão das bonificações da última meta volante da jornada, aos 22 quilómetros do final, com o sprint intermédio para Gustavo Veloso (W52-FC Porto), Vicente García de Mateos (Louletano-Hospital de Loulé) ficou com 2 segundos e Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira) conseguiu o segundo restante.
 
Vidal Fitas elogiou o rival e vencedor da jornada, realçando que Nocentini também recuperou espaço para a frente da corrida: “García de Mateos está a apresentar-se a um nível muito bom e será mais um candidato a contar para a Volta a Portugal. Estão cinco ciclistas muito próximos na classificação e penso que quatro podem vencer. Felizmente que temos um atleta nesse rol. A Volta está disputadíssima como não estava desde há muito tempo”.
 
O director-desportivo explicou a colocação de Ezquerra na ajuda a Nocentini, salientando que o cansaço evidente no pelotão será particularmente visível na subida à Torre: foi importante o Jesus estar ali na colocação ao Nocentini. O corte do Alarcón [ficou a quatro segundos] é importante e tudo se decidirá na Torre e no contra-relógio. Penso que estas diferenças não serão significativas, uma vez que o pelotão, cansado como se mostra, pode sofrer uma mudança muito grande na classificação”. (…) “Esperamos continuar com opções e tentar uma classificação melhor do que a que temos. A prioridade é passar sempre com os melhores”.
 
Jesus Ezquerra saltou do grupo da frente e conduziu Nocentini aos últimos 150 metros, mas no momento de sprint permitiu espaço a Mestre para o segundo posto e o terceiro para Gizza.
 
Marque foi 10.º, mantendo a mesma distância para Alarcón (2.08).
 
Na longa e inclinada subida de final de etapa até Oliveira de Azeméis, Rinaldo Nocentini ficou perto do pódio, mas acabou por finalizar em quinto, conquistando quatro preciosos segundos para Raúl Alarcón, agora a 19’ de distância.
 
A penúltima etapa, segunda-feira, é a etapa da serra da Estrela. Apesar de não terminar na Torre, a ligação de 184,1 quilómetros entre a Lousã e a Guarda conta com seis contagens de montanha, quatro de terceira categoria (uma delas na meta), uma de quarta e a mais imponente da Volta e única de categoria especial na Torre, onde a altitude e os quase 20 km de duração farão diferenças.
 
Classificação da etapa
1.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, 4:06:39 horas
2.º Daniel Mestre, Efapel, m.t
3.º Marco Tizza, GM Europa, m.t
4.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, m.t
5.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira m.t
10.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, m.t
 
Classificação geral
1.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, 36:23.13 horas
2.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, a 14 segundos
3.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 19’
4.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, a 26’
5.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, a 34’  
 
Fonte: in Sporting.pt
Photos © João Fonseca Photographer
 
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Nocentini foi quarto na Senhora da Assunção e mantêm a luta pela vitória na Volta

 

Rinaldo Nocentini assumiu o estatuto de líder da equipa com uma excelente subida no Santuário da Senhora da Assunção, terminou a sétima etapa em quarto lugar, logo atrás de Gustavo Veloso (W52-FC Porto) e de Vicente García de Mateos (Louletano-Hospital de Loulé).

 

Rinaldo Nocentini procurou a bonificação na ascensão à Senhora da Assunção: “A subida não era muito difícil. Era rápida, à excepção dos últimos metros, que eram muito duros. Fiz o sprint para conseguir bonificações, mas acabei em quarto”.

Nocentini permanece em segundo tem agora Veloso a nove segundos. O foco passa por superar com possibilidades a etapa da Torre: “Espero que a minha condição continue assim para chegar a coisas boas. Continuo em segundo, penso que não mudará nada. A etapa da Torre será decisiva e depois há que conseguir um bom ‘crono’ para me manter na frente”.

 

Marque finalizou em 11.º e mantêm a 10.º posição na classificação geral, agora a 2.08.

 

Logo no início da etapa, ao km 2, Frederico Figueiredo comunicou o abandono da prova, fruto das lesões que sofreu nas cinco quedas durante a volta.

 

Aos sete quilómetros formou-se uma fuga de 14 ciclistas. Del Pino e Barbio da Efapel, Rui Sousa da RP Boavista e Ricardo Mestre da W52-FC Porto eram os ciclistas mais perigosos para a geral. O Sporting-Tavira comandou durante os primeiros quilómetros de etapa. Na serra de Campelos de quarta categoria, Rui Sousa tentou fazer diferenças, mas o grupo manteve-se junto. As equipas do pelotão continuaram a reduzir espaço até Rui Sousa, que estava a 2.50 minutos da amarela, ter ficado para trás. Ricardo Mestre também ficou intermédio, sobrando 10 fugitivos que mantiveram vantagem de 3.34 minutos sobre o pelotão a apenas 15 km da meta.

 

António Barbio foi um dos 14 corredores que escapou ao pelotão com 7 quilómetros percorridos. O pelotão consentiu que a fuga ganhasse vantagem suficiente para discutir a etapa, mas o grupo de escapados desentendeu-se. Barbio partiu em solitário para não mais ser alcançado. Os restantes fugitivos foram absorvidos pelo pelotão

A decisão da etapa estava guardada para os últimos 6.400 metros. A subida de Santo Tirso ao Monte Córdova, onde se localiza o Santuário de Nossa Senhora da Assunção, fez-se com ritmo forte no pelotão. A W52-FC Porto preparou o caminho para Veloso. Nocentini seguiu na roda na altura certa, mas perdeu o espaço para os mais explosivos, terminando em quarto na geral.

 

A oitava etapa liga Gondomar a Oliveira de Azeméis num percurso de 159,8 km, prevista como uma tirada menos complicada e sem muita montanha. A reta da meta, na tradicional rampa oliveirense, poderá provocar alguns “cortes” entre os primeiros.

 

Classificação da etapa

1.º António Barbio, Efapel, 04:06.01

2.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, a 1.07′

3.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, m.t

4.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, m.t

5.ºRaul Alarcón, W52-FC Porto, m.t

6.º João Benta, RP Boavista, m.t

7.ºAmaro Antunes, W52-FC Porto, a 1.11′

8.º Marco Tizza, GME, a 1.15

9.º Davide Rebellin, Kuwait Cartucho Es, a 1.15

10.º Krists Neilands, Israel Cycling Team, m.t

11.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, m.t

 

Classificação geral individual

1.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, 32:16.30

2.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 24′

3.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, a 30′

4.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, a 33′

5.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, a 34′

10.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 2.08′

 

Fonte: in Sporting.pt

Photos © João Fonseca Photographer

 

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O novo autocarro da equipa

volta autocarro 1

No final do dia de descanso, os ciclistas do Sporting-Tavira tiveram o prazer de ver chegar ao hotel onde estão instalados o novo autocarro.

Equipado de frigoríficos, televisão, casa de banho, a nova fortaleza em movimento tem três áreas distintas: uma com bancos de passageiros normais, a segunda com mesas de apoio e com oito assentos próximos, de forma a que os atletas possam conviver, sempre com contacto visual com os companheiros. Mais atrás, existe uma zona onde se podem vestir, facilitando a privacidade dos atletas durante as provas, muitas vezes condicionados a um ínfimo espaço na caravana até aqui utilizada.

A nova máquina facilitará também o staff em termos de transporte logístico, quer de alimentos, águas ou bicicletas, inclusivamente.

Vidal Fitas referiu a importância do novo autocarro, salientando duas questões: “privacidade e conforto para os atletas”.

A obtenção da viatura não teria sido possível sem a parceria de Sporting CP e o Clube de Ciclismo de Tavira, já que a formação algarvia foi a força motriz na recolha dos vários patrocínios inerentes à aquisição.

Os adeptos podem esperar o autocarro verde e branco nas partidas e chegadas da Volta a Portugal, ficando aqui um pequeno apetite com as fotos de César Santos, fotojornalista do Jornal Sporting.

Fonte: in Sporting.pt
Photos © César Santos Fotojornalista

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Nocentini foi 3º numa etapa difícil, no dia que Marque passou dificuldades

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Rui Sousa (RP-Boavista) ganhou hoje a sexta etapa da Volta a Portugal Santander Totta, numa ligação de 182,7 quilómetros, entre Braga e Fafe. Rui Sousa, que vinha da fuga inicial, isolou-se na subida em terra batida da Pedra Sentada, a pouco menos de 20 quilómetros do fim.

A fuga obrigou o Sporting-Tavira, o Louletano-Hospital de Loulé e a Efapel a controlarem o pelotão, empregando nessa tarefa energia que tanta falta viria a fazer na fase final da tirada para atacar a camisola amarela. Com a aceleração, o pelotão principal ficou reduzido a pouco mais de dez unidades, menos do que os homens em fuga.

Rinaldo Nocentini lamentou novo problema junto da W52-FC Porto. Depois de, em Santa Luzia, ter questionado a trajectória de Raúl Alarcón, agora aponta a Amaro Antunes: “Hoje posso dizer que Amaro me viu. Estava a passar pela esquerda e fui apertado para me encostar a barreira. Ontem foi uma situação de corrida por parte do Alarcón. Hoje Amaro tentou empurrar-me para as barreiras. Não é justo, espero que o comissário faça algo”.

Rinaldo Nocentini foi o melhor do Sporting-Tavira no terceiro lugar, bonificando quatro segundos que o mantêm no segundo lugar da geral, agora a 24 segundos de Alarcón. Alejandro Marque finalizou a 1.22 minutos e desceu ao 10.º posto, agora a 1.56 de Alarcón.

O italiano explicou a dificuldade do dia e lamentou as dificuldades sentidas por Marque: “Foi uma etapa difícil, passei bem a parte final. O Alejandro Marque teve dificuldades. Era um bom homem para a geral devido ao contra-relógio. Contudo, a subida foi muito dura. A W52-FC Porto dificultou muito e agora estou sozinho. Vou tentar o melhor possível. Amanhã é descanso e tentaremos recuperar”.

Jesus Ezquerra salientou a dificuldade do dia e referiu que ainda procurou ajudar Marque na subida no Alto do Viso: “Tínhamos o Nocentini na frente e o Alejandro Marque atrás. Ainda parei para tentar ajudá-lo a chegar à frente. Acabou por perder tempo, mesmo depois de reduzir o espaço. A W52-FC Porto colocou um ritmo fortíssimo e o Marque passou momento difícil”.

Frederico Figueiredo foi assistido pelos médicos da prova durante a etapa.

Vidal Fitas referiu “É evidente que era bom que o Marque não perdesse o tempo que perdeu. Não está fora porque não se sabem as voltas que a corrida pode dar. Continua a ter um papel muito importante dentro da equipa”, mas aponta Nocentini à geral e permanece confiante nas possibilidades do Sporting-Tavira: “O Rinaldo está bem. Ganhou um segundo. É pouco, mas é um segundo. Continuamos na luta pela Volta, o Nocentini está bastante bem e tudo é possível, mesmo que não o levem muito a sério”.

O director-desportivo afirma “Há chegadas a Santo Tirso, a Oliveira de Azeméis e à Guarda. São três etapas bastante duras, que vão fazer mais diferenças do que até aqui porque o cansaço acumula-se. As diferenças passarão de segundos a minutos”. (…) “Há sítios onde podemos ganhar tempo”.

Na sexta-feira cumpre o dia de descanso, sendo retomada a prova no sábado com a sétima etapa a ligar Lousada e Santo Tirso, depois de 161,9 km de percurso. Apenas duas metas de montanha, a primeira na Serra dos Campelos e um final em alto em mais um Santuário, desta feita o da Nossa Senhora da Assunção, depois de quase 7.000 metros de subida.

 

Classificação da etapa

1.º Rui Sousa, RP Boavista, 4:41.50

2.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, a 4′

3.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, m.t

4.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, m.t

5.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, m.t

16.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 1.22′

24.º Jesus Ezquerra, Sporting-Tavira, a 5.14′

33.º Mario Gonzalez, Sporting-Tavira, a 7.41′

60.º Frederico Figueiredo, Sporting-Tavira, a 22.54′

68.º Luís Fernandes, Sporting-Tavira, a 22.54′

95.º Fábio Silvestre, Sporting-Tavira, 29.06′

100.º Valter Pereira, Sporting-Tavira, 29.06′

 

Classificação geral individual

1.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, 28:09.22

2.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 24′

3.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, a 30′

4.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, a 34′

5.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, a 39′

10.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 1.56′

26.º Jesus Ezquerra, Sporting-Tavira, a 12.08′

34.º Frederico Figueiredo, Sporting-Tavira, a 25.22′

39.º Luís Fernandes, Sporting-Tavira, a 29.45′

61.º Mario Gonzalez, Sporting-Tavira, a 46.58′

95.º Valter Pereira, Sporting-Tavira, 01:22.33′

100.º Fábio Silvestre, Sporting-Tavira, 01:25.09′

 

Classificação colectiva

1.º W52-FC Porto, 84:29.56 horas

2.º Efapel, a 4.33′

3.º RP Boavista, a 7.54′

4.º Sporting-Tavira, a 7.57′

 

Fonte: in Sporting.pt

Photos © João Fonseca Photographer

 

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Chegada final com polémica mas contas feitas de Nocentini e Marque mantêm as classificações

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A chegada ao Santuário de Santa Luzia ficou envolta em polémica depois de Rinaldo Nocentini adiantar que sofreu um toque que o levou para as barreiras, impedindo que a trajectória da última curva, a 200 metros da meta, lhe proporcionasse mais do que o sexto lugar na etapa. O camisola amarela, Raúl Alarcón, posiciona-se com um encosto no transalpino, direccionando ambos para as barreiras. Gustavo Veloso, levado por Amaro Antunes, ganhou avanço para o primeiro triunfo na edição de 2017 e consequentes 10 segundos de bonificação.

Veloso está apenas a um segundo de Alejandro Marque que, ao chegar em oitavo, permanece no quarto posto, a 35 segundos de Alarcón.

Frederico Figueiredo foi o terceiro melhor do Sporting-Tavira, finalizando em 15.º, a apenas sete segundos de Veloso.

Os 179,6 kms de prova ficaram marcados por uma fuga de três ciclistas: Luís Afonso (LA Alumínios-Metalusa BlackJack), Mikel Bizkarra (Euskadi Basque Country-Murias) e Yann Guyot (Armée de Terre), em fuga desde a passagem pela meta-volante de Montalegre, ao quilómetro 25,8, perseguidos pelo pelotão, sobretudo pela Israel Cycling Academy, a menos de 10 quilómetros da meta.

Os últimos cinco kms eram os mais duros, muito devido ao empedrado e não propriamente pela subida.

A sexta etapa liga Braga a Fafe numa extensão de 182,2 kms. O pelotão enfrenta os últimos quilómetros de grande dificuldade. A subida ao Alto do Viso (8,2 km a 6,9 por cento de inclinação média) antecede a primeira passagem pela meta.

Após a primeira passagem, o pelotão dirige-se para o troço de terra do Salto da Pedra Sentada, uma subida de segunda categoria.

Segue-se uma descida exigente, a curta subida de quarta categoria de Golães e o desfecho, no habitual empedrado ascendente do centro de Fafe.

 

Classificação individual

1.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, 4:37.56

2.º García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, m.t

3.º Daniel Mestre, Efapel, m.t

4.º Krists Neilands, Israel Cycling Team, m.t

5.º César Fonte, LA Metalusa Blackjack, m.t

6.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, m.t

8.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, m.t

15.º Frederico Figueiredo, Sporting-Tavira, a 7′

 

Classificação geral

1.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, 23:27.31 horas

2.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 25′

3.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, a 29′

4.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 35′

5.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, a 36′

 

Classificação colectiva

1.º W52-FC Porto, 70:24.14

2.º Sporting-Tavira, a 1.29

3.º RP Boavista, a 2.53

 

Fonte: in Sporting.pt

Photos © João Fonseca Photographer

 

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Nocentini terceiro na Senhora da Graça. É agora 2º na Geral da Volta a Portugal

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Nocentini terceiro na Senhora da Graça. É agora 2º na Geral da Volta a Portugal

Primeiro grande dia de montanha na 79.ª edição da Volta a Portugal com a subida ao Monte Farinha, estreia das ascensões de primeira categoria e com meta colocada no Santuário da Nossa Senhora da Graça, após 152,7 km de percurso. Nocentini foi o terceiro melhor ciclista do dia, atrás de Alarcón e Amaro Antunes, e é agora segundo classificado. Alejandro Marque finalizou em sétimo, descendo a quarto, a 35 segundos de Alarcón, que reforçoua amarela com o triunfo na etapa.

A etapa 4 começou a ser atacada com 15 quilómetros percorridos, altura em que fugiram do pelotão oito corredores, posteriormente chega Filipe Cardoso (RP-Boavista) à frente da corrida, na aproximação à subida do Velão.

O pelotão iniciou a ascensão de 8.200 quilómetros, com inclinação média de 7,7%, ainda a 1.50 da fuga, mas rapidamente diminuiu diferenças para fugitivos. O elevado ritmo do pelotão foi reduzindo o número de ciclista ao longo da subida. Nocentini e Marque seguiram no grupo de 10 que seguiam na liderança. Rinaldo Nocentini seguiu na traseira do camisola amarela, Alarcón, já depois de Marque descair no grupo.

O espanhol da W52-FC Porto arrancou para o segundo triunfo na prova, com três segundos de avanço para o companheiro Amaro Antunes. Rinaldo Nocentini finalizou em terceiro, ainda bonificando sobre García de Mateos e João Benta, e subiu ao segundo da geral, a 25 segundos de Alarcón. Marque ficou com Gustavo Veloso e cedeu 19 segundos para a frente da corrida, finalizando em sétimo a tirada.

O Sporting-Tavira mantém segundo e quarto posto da geral individual.

Vidal Fitas elogiou o desempenho de Marque e Nocentini, garantindo que apesar da inversão de lugares entre ambos, o Sporting-Tavira saiu vivo da Senhora da Graça, ainda com segundo e quarto lugar na geral individual: “Havia dito que era um dia em que se poderia começar a perder a Volta. Foi um dia muito positivo. Continuamos com as aspirações intactas. O Nocentini subiu a segundo, o Marque continua a uma distância razoável do primeiro lugar”… “Estamos na luta. Pensávamos que iam estar na discussão da Volta e fico satisfeito por ver que estão bem e a cumprir esse propósito”.

Alejandro Marque, apesar de descer na classificação referiu: “A Senhora da Graça é sempre uma chegada difícil. A minha opção foi de seguir a roda do Gustavo Veloso e consegui terminar com o mesmo tempo do que ele e manter a vantagem”…  “Continuamos muito bem. O tempo perdido não é decisivo”.

A Etapa 5 começa em Boticas e finaliza em Viana do Castelo. Os 179.6 kms terão três contagens de montanha (uma de segunda e duas de terceira categorias), voltando a apresentar um final acidentado no Santuário de Santa Luzia.

Classificação da etapa

1.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, 4:02.52

2.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, a 3′

3.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, m.t

4.º João Benta, RP Boavista, a 4′

5.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, m.t

6.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, a 19′

7.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, m.t

8.º António Carvalho, W52-FC Porto, a 25′

9.º Henrique Casimiro, Efapel, m.t

10.º Mikel Bizkarra, Euskadi, a 42′

15.º Frederico Figueiredo, Sporting-Tavira, a 1.04

 

Classificação geral

1.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, 18:49.35

2.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 25′

3.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, a 29′

4.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 35′

5.º Vicente García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, a 43′

6.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, a 46′

7.º João Benta, RP Boavista, a 1.25′

8.º Henrique Casimiro, Efapel, a 1.30′

9.º António Carvalho, W52-FC Porto, a 1.34′

10.º Sérgio Paulinho, Efapel, a 1.38′

 

Classificação colectiva

1.º W52-FC Porto, 56:30.26 horas

2.º Sporting-Tavira, a 1.22′

3.º RP Boavista, a 2.39′

 

Fonte: in Sporting.pt

Photos © João Fonseca Photographer

 

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Sporting-Tavira liderou durante metade da corrida e mantêm a luta pela amarela

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A terceira etapa implicava saber gerir a montanha inicial para uma chegada confortável a Bragança. Desde Figueira de Castelo de Rodrigo, o Sporting-Tavira foi chamado ao trabalho para anular uma fuga precoce de 16 ciclistas, que tinha entre eles Rui Vinhas, ciclista da W52-FC Porto vencedor da Volta 2016, e Domingos Gonçalves da RP Boavista, terceiro na geral, a 15 segundos de Alarcón.

Foram mais de 80 quilómetros e Vidal Fitas realçou o desempenho colectivo: “Demos uma boa resposta perante um grupo enorme. Conseguimos controlar e reduzir o espaço. Enfrentámos um grupo que não era nada favorável e que nos poderia complicar as contas para a geral. É necessário trabalhar. Quando lutas para uma Volta a Portugal é normal que existam situações destas”.

Tanto em Foz Côa como em Moncorvo, as inclinações de terceira categoria, Valter Pereira, Mario Gonzalez e Luís Fernandes puxavam Marque, Nocentini e Frederico Figueiredo subida acima, não permitindo que a distância ultrapassasse o minuto e meio. Na descida era Fábio Silvestre a assumir as despesas de perseguição. No fim da segunda categoria, após 9.000 metros de ascensão, Rui Vinhas via frustrada uma tentativa que em 2016 lhe valeu o triunfo da amarela.

Nova fuga se sucedeu, mas aí os comboios dos sprinters colocaram mãos à obra. Depois de rotundas apertadas e muitas inclinações, tanto a subir como a descer, na cidade de Bragança, foi Bryan Alaphilippe a vencer para a Armée de Terre ao fim dos 162,7 km de prova. Todos os restantes candidatos à amarela chegaram integrados no pelotão, não se registando diferenças na geral. Ezquerra foi o melhor do Sporting-Tavira no 13.º, Nocentini foi 16.º, Marque 20.º e Frederico Figueiredo 25.º.

Raúl Alarcón terminou a tirada no nono lugar e mantém-se no topo da geral individual. Tem 6 segundos de vantagem sobre Alejandro Marque (Sporting-Tavira) e 12 relativamente a Domingos Gonçalves (RP-Boavista), que hoje encurtou distâncias, bonificando numa meta volante.

A etapa de amanhã vai levar o pelotão de Macedo de Cavaleiros até ao alto da Senhora da Graça. Com estreia da mítica subida na Volta a Portugal em 1978, o Monte Farinha (Senhora da Graça) irá dar espectáculo. Com apenas 152,7 kms, a etapa está repleta de dificuldades em terreno transmontano recheado de zonas montanhosas.

Após 50 kms calmos surge o Alto do Populo, com 8 kms a 4.6% e antes da Senhora da Graça ainda há o Alto do Velão, uma ascensão longa, com 19.2, com  3.1%. Depois de uma longa descida e do sprint intermédio em Mondim de Basto, começa a subida. São 8.8 kms a 7.1%, coincidindo a chegada com uma contagem de 1ª categoria.

 

Classificação geral individual

1.º Raúl Alarcón, W52-FC Porto, 10:40.45 horas

2.º Alejandro Marque, Sporting-Tavira, a 6 segundos

3.º Domingos Gonçalves, RP Boavista, a 15′

4.º Rinaldo Nocentini, Sporting-Tavira, a 16′

5.º Gustavo Veloso, W52-FC Porto, a 17′

6.º Sérgio Paulinho, Efapel, a 20′

7.º Amaro Antunes, W52-FC Porto, a 22′

8.º Rui Sousa, RP Boavista, a 25′

9.º García de Mateos, Louletano-Hospital de Loulé, a 29′

10.º Davide Rebellin, Kuwait Cartucho ES, a 32′

12.º Jesus Ezquerra, Sporting-Tavira, a 45′

 

Classificação colectiva

1.º W52-FC Porto, 32:03.04 horas

2.º Sporting-Tavira, a 18 segundos

3.º RP Boavista, a 45 segundos

 

Fonte: in Sporting.pt

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